26 de janeiro de 2011

 

Judiarias

Passou desapercebida, ou talvez não, esta “grande” problemática do património judaico de Castelo Branco baseada num mapa de 1762 da guerra dos sete anos. Como é uma resposta cheia de certezas vindas do sr. arquitecto José da Conceição Afonso chefe do Gabinete da zona Histórica de Castelo Branco, uma dúvida: diz que «a arqueologia provou zero». Fizeram escavações na rua do Caquelé??? Quem as fez? Onde estão os relatórios? Um mapa inédito. Deve ser para rir.
Estas coisas dos patrimónios judaicos e as suas invenções (com custos para o contribuinte) não  podem ser justificados por força da «repressão religiosa». Têm de resultar pela  força da verdade  histórica e científica. Está na hora em não confundirmos investigação histórica com visitas e passeatas turístico lúdicas à abandonada zona histórica da minha cidade.

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7 de agosto de 2010

 

Castelo Branco: Vandalismo ou falta de manutenção?

Esta semana estive em Castelo Branco.
Na Avenida Nuno Álvares adivinha-se alguma coisa. Desde a Câmara até ao Liceu contei por alto a falta dos madeiramentos de 20 bancos de jardim, assim como o desprezo por vários cantões de plantas. Será que já está em prática a técnica do abandono para depois nos virem "devolver" a Avenida totalmente travestada? Os sinais são preocupantes.
Já no Largo do Espírito Santo dou com a janela lateral da capela com os vidros quase todos partidos.
Estas ocorrencias são actos de vandalismo? Se são, são perpretados nas "barbas" da Polícia que se situa a poucas dezenas de metros nos dois casos.
Ninguém dá por nada?
ESTRANHO...

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5 de julho de 2010

 

Leituras

Um dos meus estudos epigráficos já editados está disponível online. Trata-se de uma curiosa inscrição proveniente do monumento mais castrado da minha cidade a seguir ao castelo: O convento de Santo António que hoje serve de prisão. Diz quem viu que foram muitas as sepulturas e as inscrições destruídas numas obras ai realizadas vai para uns poucos anos. Uma pena.

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22 de março de 2010

 

Heróis e enigmas da Beira Interior

Terá lugar dia 26 de Março, às 18h30 no auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco a sessão «Heróis e Enigmas da Beira Interior».

No evento serão apresentados três livros relacionados com o tema:

- «O Espião de D. João II» de Deana Barroqueiro; apresentação a cargo de Maria Adelaide Neto Salvado.

- «Os Lusitanos no Tempo de Viriato» de João L. Inês Vaz; apresentação a cargo de Pedro Miguel Salvado.

- «Grandes Enigmas da História de Portugal – vols. I e II», coordenação de Miguel Sanches de Baêna e Paulo Alexandre Loução; apresentação a cargo de António L. Pires Nunes.

Convém lembrar que João Luís da Inês Vaz foi um investigador importante, nos finais da década de 70 do século passado, da romanização na Beira Interior.

Lá estarei.

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29 de janeiro de 2010

 

Shoah. Exposição fotográfica

A não perder. Para que a Memória perdure. Shoah...

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19 de janeiro de 2010

 

Biblioteca Municipal de Castelo Branco

Foto de António José Veríssimo Bispo

A Biblioteca Municipal de Castelo Branco tem um sítio na Internet que é de grande utilidade pelas informações que contem. O site inclui os sumários de várias publicações de referência, entre os quais o das várias séries (três) da Revista Estudos de Castelo Branco. Ao controlar os niqs verifico que muita gente acede a este blog buscando essas publicações. A partir de agora já sabem. Trata-se de um importante trabalho efectuado pelos técnicos e responsáveis por esta unidade de referência da região (Parabéns aos Senhores João Manuel, Adelina e Adélia dos meus tempos de estudante e ao Director) que merecem o aplauso de todos os investigadores.

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28 de dezembro de 2009

 

Castelo de Castelo Branco

Vai ser defendida dia 27 de Janeiro de 2010, pelas 10 horas, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, uma tese de Mestrado da autoria de Carlos Boavida, denominada "Castelo de Castelo Branco: contributo para o estudo de uma fortificação da raia beirã". O júri é constituído por alguns velhos conhecidos, como Francisco Sande Lemos, Guilherme Cardoso, Rosa Varela Gomes e Amélia Aurora Aguiar de Andrade (esta não conheço).
Espero que seja um grande salto para a frente na compreensão e interpretação das fortificações albicastrenses, e o desmistificar de alguns mitos, judaicos, mouros, templários, etc., e não mais uma mera banalidade a que nos habituaram os cronistas cá da terra.
Aguardamos com a máxima espectativa este contributo que poderá servir de suporte para futuras investigações da idade média da Beira Interior.
Ao Autor as melhores felicidades e que tudo corra pelo melhor.

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13 de novembro de 2009

 

Pedra tumular do 1º bispo albicastrense

Localizada no claustro do convento de Santo António dos Capuchos, deslocada pelos militares do pavimento para uma das paredes laterais. O bispo aí documentado é Frei José de Jesus Maria Caetano, 1º bispo de Castelo Branco, exercendo o cargo entre 1771 e 1782.

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29 de outubro de 2009

 

Lagar escavado na rocha nos arredores de Castelo Branco

Esta foto data de 1983 e retrata um lagar escavado na rocha, situado a cerca de 500 metros para sul da capela da Senhora Santana, quase dentro do perímetro urbano da cidade. Não sei se ainda existe, se não. Os serviços de arqueologia da Câmara albicastrense, se calhar, também estaram na mesma situação. Se já não existe é uma pena.
A edilidade albicastrense nunca foi muito destas coisas da cultura, talvez das cantorias ou dos folclores, mas do património construído e arqueológico, "arreda pé" pois só empata a obra.
Toda a zona compreendida entre as capelas da Senhora de Mércoles, Santana e S. Martinho deveria ser classificada, pois o seu potencial arqueológico é imenso. O urbanismo, restrito e mesmo esse sujeito a pareceres e estudos de impacte. Mas é melhor fechar os olhos e deixar os clandestinos fazerem o trabalho sujo. Depois vem a máxima de que obra feita não se deita abaixo, e aquí até resulta.

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28 de outubro de 2009

 

São Roque de roca

Esta imagem, magnífica, diga-se de passagem, representa um S. Roque em roca e faz(ia) parte do espólio da igreja de Santo António de Castelo Branco. As minhas apreenções são justificadas pelos anos que já tem esta foto (cerca de 25) e com o desamor com que a minha cidade vota o seu património. Na altura estas imagens faziam parte de um pequeno, mas importante núcleo de arte sacra que o "Menino" Eurico cuidava, amava e estimava, como ninguém. Hoje os meus receios são de que grande parte desta colecção esteja já desaparecida, o que não me surpreenderia.
Alguém me poderia elucidar sobre estes temores???

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24 de outubro de 2009

 

Convívio dos albicastrenses nascidos em 1959

Atenção pessoal, toca a inscreverem-se.

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15 de outubro de 2009

 

21 Jornadas de Estudo «Medicina na Beira Interior da Pré-história ao século XXI»

Começam dia 6 de Novembro, pelas 18h 30m, no edifício da Biblioteca de Castelo Branco, as XXI Jornadas de estudo «Medicina na Beira Interior da Pré-História ao século XXI». O programa será por certo aliciante e diversificado, podendo desde já adiantar que haverá comunicações de antropologia física resultantes de escavações arqueológicas, em especial por parte da minha admirada arqueóloga (que não conheço pessoalmente) Silvina Silvério. Parabéns aos organizadores. São já XXI- sim, 21 edições!

Num próximo post colocaremos a listagem das comunicações a serem apresentadas na presente edição desta importante manifestação cultural da nossa Beira.

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2 de julho de 2009

 

Sobre a Carta Arqueológica do Concelho de Castelo Branco

Apontamento saído no reconquista de 2 de Julho de 2009.
Palavras para quê???

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29 de junho de 2009

 

Balda arqueológica




Que a arqueologia urbana em Castelo Branco é o que é, ou melhor, não é, já todos nós sabemos mas sinceramente! Sinceramente não se percebe a conivência do IGESPAR com estas destruições sistemáticas e revolvimentos do sub-solo da cidade histórica sem qualquer tipo de acompanhamento arqueológico. A não ser que os mesmos sejam feitos por alguém de noite, entre anedotas e fofoqueiras, mais intriguinhas e discussões dos namoricos de cada um, com um ganda drink na sua suave mãozinha. Nada melhor que uma bebida geladinha para travar o pó dos trabalhos.

É a célebre prática do célebre conherim albicastrense. Realmente, este último caso é o máximo na tentativa de camuflar e manipular a História local. O facto e a destruição situa-se em plena Praça de Camões, o antigo centro da vila medieval e quinhentista onde houve um pelourinho e se situava a Casa da Câmara até ao século XIX. Onde é que foram feitos as minimizações e os estudos de impacto arqueológico destas obras? Devem estar guardados no cofre da Câmara como todos os segredos de Estado. A Câmara prometeu não destruir o nosso património. Pelo que se sabe e se vê!, Castelo Branco, a nossa Câmara, não tem cumprido. Nada! A Câmara de Castelo Branco tem sido, com a sua vertigem das obras, a maior destruidora de sempre do património arqueológico da cidade. Custa dizê-lo mas é verdade. E de quem é culpa? Está na cara: o IGESPAR! O nacional e regional. Principalmente porque tudo isto devia ter sido evitado se um determinado arquitecto muito dado a descobertas de judiarias, tivesse feito os trabalhos de casa. Pelo que se sabe não fez.

E a balda continua.

Fotos de Luís Lourenço e de Dias dos Reis

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25 de junho de 2009

 

Requiem pelo Polis albicastrense

E esta, hem?! Saiu na página 47 do Reconquista de 25 de Julho de 2009.

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23 de junho de 2009

 

Memórias 1


Foi apresentado em Idanha-a-Nova na passada Sexta-Feira o excelente volume do Professor Doutor João Marinho dos Santos «Notícias e memórias paroquiais setecentistas», exemplar este dedicado a Castelo Branco e editado pela Palimage.
A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco o idanhense Joaquim Morão que deste modo regressou "à sua Idanha" e ao auditório crismado com o seu nome.
Não teria sido mais correcto e respeitador se a apresentação da obra tivesse sido realizada em Castelo Branco?
No século XVIII já havia fronteiras e vão continuar a haver, ou não? Apesar de Joaquim Morão ter sido Presidente de Idanha e agora ser o autarca de Castelo Branco, ao nível histórico Castelo Branco é Castelo Branco e Idanha é Idanha. Ou já não? Ainda por cima o autor é das Sarzedas, freguesia albicastrense (berço de meu avô materno), pelo que esta situação é um bocadinho caricata.
Mas como a Câmara da minha cidade deve ter adquirido exemplares desta magnífica obra historiográfica, porque não uma apresentação para breve na Biblioteca Municipal, destinada isso sim a todos os albicastrenses habitantes do concelho com presença de todos os presidentes das Juntas também tratadas nesta obra.
Com um pouco de boa vontade até se arranjava uma jantarada histórico-turística.

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17 de junho de 2009

 

Judiaria albicastrense

Tem-se assistido com alguma insistência à judiariazação do património cultural albicastrense por parte do nosso conhecido Arquitecto José da Conceição Afonso, antigo homem-forte do instituto que em Portugal vela (mal) pelo património cultural. Não se tem olhado a meios para promover tal empresa. O Reconquista, órgão oficial do poder tem sido fiel aliado nesta cruzada por tudo baptizar de “judeu” em Castelo Branco. Até as figuras da Câmara aparecem nesta campanha.

Sei que estou a entrar num campo polémico, mas já é hora de alguém parar com os devaneios judaicos. Portados que sempre foram datados no século XVI, são agora portados judaicos do séc. XV? De repente estes portados estão cheios de símbolos judaicos? Os judeus, coitados, o que quereriam era passarem despercebidos, por isso não acredito que gravassem destes símbolos nas suas portas. Nem estes nem nenhuns outros. Igualmente não concordo com a existência de uma judiaria, quase tão grande como o resto da cidade, e quanto à sua localização, igualmente ponho sérias dúvidas.

É pena que a cidade de Castelo Branco só preste atenção a este tipo de sensacionalismo duvidoso e não promova um trabalho de investigação sério. Mas enfim, nesta época o que vigora é o sensacionalismo e as patranhices históricas que os inúmeros cortejos alegóricos medievais reforçam.

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12 de maio de 2009

 

Rectificação


A pedido da Editora Palimage publica-se o convite do post anterior devidamente rectificado, tendo em conta que a morada da Biblioteca Municipal estava desactualizada. Por certo, coisas de quem não conhecerá Castelo Branco, ou então de algum desatento que ainda não se teria apercebido que a Biblioteca teria mudaddo de poiso. Mistérios albicastrenses. Mais uma emenda.

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6 de maio de 2009

 

Miradouro de S. Gens. Quem te viu e quem te vê


Apenas duas fotos, distantes no tempo por 38 anos, mostrando um dos ex-libris da cidade albicastrense. Como era e como querem que fique a ser.
A primeira foto é de uma capa de um disco da saudosa Orquestra Típica Albicastrense, que , infelizmente, já não ouço há muitos anos. Ainda me lembro do espectacular Ernesto Pinto Lobo a cantar a Maria Faia, foi um momento que me marcou, aí pelo ano de 1979. A segunda saída há dias no blog do Luís Norberto Lourenço.
Que diferença!
Será que os albicastrenses ficaram mais uma vez "quedos" e calados ante tal afronta ao património cultural e mental da cidade de Castelo Branco? Não acham que já é tempo de alguém espernear um pouco, a começar pela imprensa? Será que os medos ainda não acabaram?

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24 de abril de 2009

 

Muralhas albicastrenses


Ao ler esta notícia no Reconquista, apenas uma pergunta, desde logo, nos aflora no pensamento. O que andou a fazer esta personagem quando detinha poder? Lembremo-nos que foi Director Regional do IPPAR de Castelo Branco durante mais de 10 anos. Judiarices?

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