3 de junho de 2009
O negócio dos cacos velhos
Arquivo ERR@Etiquetas: Negociatas, Património Cultural
27 de maio de 2009
Coches a apodrecer em Penamacor
Etiquetas: Coches, Património Cultural, Penamacor
22 de maio de 2009
A Roubalheira continua em força

Dá para ver as diferenças? Pelas fotos retiradas do Blog do Eddy,vemos claramente o resultado de mais um roubo, desta vez numa herdade da freguesia de Proença-a-Velha e propriedade do meu Amigo Miguel França Aragão. Foi uma escadaria em granito inteirinha "à vida". Os meliantes tiveram que socorrer-se de maquinaria pesada para fazer este "serviço", mas uma vez mais ninguém viu, ninguém ouviu, nadinha.Etiquetas: Património Cultural, Proença-a-Velha, roubos
6 de maio de 2009
Miradouro de S. Gens. Quem te viu e quem te vê

Que diferença!
Etiquetas: Castelo Branco, Miradouro de S. Gens, Património Cultural
21 de abril de 2009
Jornadas de Património de Belmonte
E aqui está o magnífico programa destas Jornadas. Mais palavras para quê....Etiquetas: Belmonte, Jornadas, Património Cultural
8 de janeiro de 2009
Adeusinho...


E pronto é a vidinha. Até vem o valor da reforma no Diário da República. O nosso velho amigo Sr. Arquitecto José Afonso já está de abalada do camaleónico cargo que, na última década, desenvolveu com muito brilho e competência – director do IPPAR, do IGESPAR e da Delegação Regional da Cultura do Centro.
Vai daí resolveu conversar com uma jornalista do”Reconquista”, jornal da Paróquia da minha cidade, sobre vários assuntos com interesse para o património da região. A mesma, foi chamada de primeira página. O título, por baixo da fotografia do arquitecto (que reproduz um sorrisinho malandreco a gozar a reforma ao contrário de outras que o apresentavam com o semblante carregado), é muito interessante -CULTURA. JOSÉ AFONSO DEIXA CRITICAS NA HORA DE SAIR
Mas… que diabo! Quando pensávamos que ia ser e sair coisa da grossa, a peça reproduz umas criticas mais a penderem para o ressabiamento e para os ressentimentos … burocráticos. Mas há que ler com atenção mais esta peça produzida com o pensamento do Sr. Arquitecto, principalmente pelas contradições, inverdades processuais, históricas e ignorâncias que apresenta. Desde logo a sua paixão, agora declarada, pela arqueologia é o máximo. A apropriação por parte dele (logo do antigo IPPAR-IGESPPAR) dos trabalhos de natureza arqueológica que ainda estão a ser realizados na cidade é, no mínimo, de gosto duvidoso. Até questões do foro científico produzidas pelos nossos colegas são aí escarrapachadas. Ainda por cima são do conhecimento de muitas pessoas as suas atitudes palacianas e pouco firmes relativamente ao património da nossa cidade. Não nos esqueçamos dos clandestinos e dos projectos de classificação como património nacional o Parque da cidade e de outras pérolas… A delegação de Castelo Branco, só agora “descobriu” Castelo Branco? È algo tarde, não acha Sr. Arquitecto Afonso!
Mas Senhor arquitecto, a bem da verdade histórica, pode estar descansado. As positividades da sua longa gestão do património regional serão, no futuro, aqui revelados. Um trabalho de arqueologia da memória muito, mas mesmo muito difícil mas sairá. Fica prometido. Revelação em todos os contextos, situações e acima de tudo protagonistas…
Também de muito interesse para a análise do estado da Nação cultural, as criticas feitas pelo arquitecto José Afonso à antiga Ministra da Cultura Professora Doutora Isabel Pires de Lima. O antigo dirigente superior do IPPAR e do IGGEPAR, o actual Presidente da Delegação da Cultura de Castelo Branco, o Presidente da Ordem dos arquitectos do distrito de Castelo Branco, antigo funcionário do Estado em Macau, o membro pelo Partido Socialista da Assembleia Municipal de Castelo Branco diz que a sua antiga ministra do Governo que o renomeou ser: e citamos «uma ministra de má memória.»
Que engraçado. O Sr. Arquitecto não fazia parte do concelho geral do IPPAR que era só o órgão principal da gestão do património de Portugal? E o que é que lá dizia? Fez muitas propostas para melhorar a gestão da coisa pública? Não recebia ajudas pelo custo de ir contemplar o Tejo? Não era uma pessoa de confiança politica do Ministério? Onde está o princípio de lealdade e de postura de Estado republicana? Enfim deve ser do cansaço intelectual. Olhe, meu caro, critica por crítica pode continuar a criticar, agora às claras, a Câmara Municipal de Castelo Branco que era para si, os grandes responsáveis pela desgraça e descuido patrimonial da cidade. Pois neste caso, o Sr.,. Arquitecto não é, como diz o nosso Povo, pobre e mal agradecido. É rico. Parabéns pela merecida reforma deste ex-agente do Estado. Agora que já tem mais tempo livre venha mais vezes a Idanha-a-Velha em passeio higiénico. Adeusinho, muita saúde e até um dia.
PS – Diz o Arquitecto: «na cidade quinhentista existe património cristão, património cristão-novo e património judaico, um conjunto que a nível da Beira Interior Norte e Sul e Norte Alentejano tem impacto que pode atingir o interesse mundial.». Sim, sim. Pois.
Etiquetas: Arq. José Afonso, Castelo Branco, Património Cultural
15 de dezembro de 2008
Imprensa social
Ele há noticias e noticias. Ainda esperamos uma rectificação, mas nada de nada. Qual emenda qual quê. A coisa saiu assim e pronto. Querermos lá saber. Como estamos todos, excessivamente bem recordados, a Primavera arqueológica regional começou mal com o inicio do já conhecido internacionalmente processo de destruição patrimonial da cidade de Castelo branco. Houve de tudo como sabemos e, lamentavelmente, aconteceram coisas espantosamente graves, a todos os níveis. A atitude de alguns jornalistas da nossa praça, teve aspectos algo caricatos mas perfeitamente justificáveis se atendermos à verdadeira função do jornalismo local- Propagar o bem das terras, das gentes e do Sr. Presidente da Câmara da ocasião. As curiosas ligações entre almoços, páginas de publicidade, “furos jornalísticos” e fotografias dos agentes do poder, já se estudam no âmbito universitário e são tema de volumosas e ilustradas teses. Mas concordamos é tão lindo, passarmos os olhos por algum do jornalismo praticado das nossas vilas, aldeias e cidades e constatarmos como está, quase sempre tudo, tão luzidio, tão calmo, tão bonito e os nossos políticos tão gordinhos e as suas mãozinhas tão polidinhas e as unhas tão tratadinhas.E os sorrisinhos da Srª Dona Anabela Rosete que ontem era telefonista mas agora é técnica superior principal e responsável pelos pobrezinhos. Mais o Sr. Manel Tonho motorista que anda nas novas oportunidades e que nas horas vagas também é bombeiro e agora também já sai nas fotografias dos jornais. Já não constrói casitas clandestinas e é uma pessoa muito importante no café da esquina e na associação cultural do bairro! Portugal. Meu querido Portugal. Ai Portugal…
Mas adiante. Nada de isto pode ser associado ao meu querido jornal Reconquista, da minha cidade e que me acompanha desde a mais tenra idade. Tem um corpo redactorial de grande gabarito e pratica o equilíbrio noticioso ou não fosse propriedade da Paróquia. É um semanário, que orgulhosamente indica na primeira página, ser “regionalista da Beira Baixa”, antiga província do Estado Novo que já não faz parte do nosso passado mental administrativo. Ou fará?
Pois durante a “crise” arqueológica albicastrense foram várias as noticias aí saídas. Algumas foram aqui comentadas e difundidas, como por exemplo esta.
Acontece que passaram uns meses e na edição do passado dia 4 de Dezembro, saiu a que aqui editamos. Que bom é sabermos que a Câmara reabilita o bairro do Castelo e que «As ruas estão a ficar como novas, enquanto o estacionamento vai ficar resolvido. Já a muralha vai ser preservada.” Gostamos deste já…
Mas há uma curiosidade na peça jornalística. As partes sublinhadas a verde já tinham aparecido na noticia de http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=135&id=7522&idSeccao=1287&Action=noticia
E bonito verificar que o Sr. Presidente Joaquim Morão diz sempre as mesmíssimas palavras, seja em Junho seja em Dezembro. È obra o esforço de decorar o discurso.
A peça está assinada. É de autoria do nosso velho conhecido, Sr. Jornalista João Carrega, Carteira Professional número 2341. Ò Carrega veja lá se não confunde as penes, pois afinal aquilo que agora repetiu não corresponde à verdade. As sondagens arqueológicas junto a Santa Maria do Castelo foram todas mandadas tapar. Não houve fosso de observação do nosso passado para ninguém. Surgiu sim um mais um jardim de pedra também com uma grande inovação: as passadeiras são
Etiquetas: Castelo Branco, Imprensa regional, Património Cultural
11 de dezembro de 2008
Da poeira dos arquivos do ERR@
Esta foi outra oportunidade perdida para a velha Egitânia. Outras se seguiram... Estavamos em 1979, e a politiquice já era dona e senhora destas terras.Etiquetas: Idanha-a-Velha, Património Cultural
19 de setembro de 2008
O milagre

As escavações na área do Castelo de Castelo Branco vão continuar. Face aos resultados observados e aos vestígios detectados pelas máquinas durante as obras que removeram quase todo o subsolo, só este podia ser o caminho. Foi a solução acertada, depois de uma incompreensível atitude de desprezo pelo património arqueológico, protagonizado por “técnicos” de Instituições que devem zelar pelo bem público e não o fazem por desprezo, por desleixo, por ignorância ou por outra qualquer razão. Mas isso é passado. Ganhou o bom senso e a causa do Património. Perderam os interesses pessoais, as “arqueologias” domésticas, os incultos, as invejas e as perfídias, as incompetências técnicas e cientificas, as gestões do património feita pelo telefone. Ganhou a liberdade, a ciência, a função social das pedras. De um manipulado “NÂO HÁ NADA”, provou-se que “HÁ MUITO”. Gostaríamos de deixar aqui registado a excelência do trabalho da Novarqueologia no “nosso” castelo assim como também agradecer ao Senhor Presidente da Câmara de Castelo Branco, o nosso velho amigo, Joaquim Morão. Morão soube ver onde é que estava a razão, permitindo a continuação das escavações. Bem-haja em nome deste blog e de todos os seus leitores. Bem-haja Presidente, em nome daqueles poucos que contribuíram com o seu empenho, com a sua critica, com a sua voz para que o Sr. Presidente permitir saber-se mais sobre o passado da nossa querida cidade de Castelo Branco e do seu vetusto falso Castelo. Quem dizia que Morão era contra o estudo do passado e só via e queria obras? Quem não defendeu o projecto? Quem não foi profissional? Já Maquiavel, no Príncipe, chamava a atenção do soberano para o cuidado em atender a certos conselheiros e conselheiras da côrte bajuladora. Os custos desses rumores, dessas maledicências, dessas ignomínias, dessas inexistências culturais para a verdadeiro futuro da coisa pública, eram sempre mais elevados.
PS- Acabou a Guerra do património albicastrense! Continuaremos vigilantes. Todos e com todos. Vamos todos verdadeiramente trabalhar em prol do património da cidade e da região. Quem quiser…
PS 1- Pede-se o favor de quem andar a enviar cartas anónimas com o intuito de colocar os patrimonialistas da região da Beira uns contra os outros, que não o faça. É que como há um atraso na distribuição dos Correios, a carta quando é recebida, perde impacto calunioso. E também sempre poupam no selo que sempre dá para tomar mais um cafezito nas Docas, ao som de mais uma fofoquinha… Que cambada!
Etiquetas: Castelo Branco, Património Cultural
5 de junho de 2008
Castelo Branco quem te verá.... 1

A parte que mais foi afectada foi a chamada zona antiga, constituída pelo bairro do Castelo. As mais incriveis atrocidades foram autorizadas ou simplesmente toleradas. O prédio da PT é um bom exemplo, mas há outros, um pouco por todo o lado. Dezenas de portados quinhentistas foram selvaticamente destruídos e substituídos por portadas em mármore ou granito polido, fachadas inteiras foram demolidas para fazer habitações a blocos de cimento e tijolos. A destruição da capela que existia na Rua do Cavaleiro é bem exemplo disso.
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21 de maio de 2008
Brasão rapinado em Monsanto da Beira
17 de janeiro de 2008
Mais Centros Interiores
Com a devida vénia transcrevemos de uma entrevista ao Sr. Arquitecto José Conceição Afonso publicado no jornal de Castelo Branco “Povo da Beira” de 15 de Janeiro de 008:
O galo de Monsanto da Beira que também se cuide.
PS- Pelo seu interesse para a iluminação da estratégia oficial em prol do Património Cultural (Rotas, fundações, auto-estradas, vias para Espanha, arte pré-históricas, mouros, judeus , etc, etc) voltaremos em breve a esta e a outras entrevistas que o nosso caro amigo Sr. Arquitecto José Afonso tem vindo ultimamente a dar a alguns órgãos de comunicação social. Segundo o Povo da Beira, actualmente, o Sr. Arquitecto Afonso é, e citamos, «arquitecto, é ex-director regional do ex-Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e, actualmente, exerce funções de delegado de Castelo branco da Direcção de Cultura do centro, mas não nomeado.(SIC) É também delegado distrital da Ordem dos Arquitectos da Secção regional do Sul.»
Só lá falta uma coisita. O Arquitecto Afonso também é membro da Assembleia Municipal da autarquia albicastrense
Com tantos afazeres e responsabilidades que se cuide muito, que muito se cuide é o que lhe desejamos Sr. Arquitecto.. E que venha de lá essa nomeação… a bem do nosso património.
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