3 de junho de 2009

 

O negócio dos cacos velhos

Arquivo ERR@

Não se recordam? Corria o ano de 1995. Ninguém ligou. Deu no que deu. O artigo em causa , publicado no Gazeta do Interior em finais de Agosto, dava já na altura alerta para um facto que só quase 18 ou 19 anos depois é declarado grave. As Autoridades na altura como agora fecharam simplesmente os olhos. Era tão fácil parar um camião e bastava pedir pelas guias. Tal como hoje seria tão fácil parar as viaturas de certos "comerciantes" devidamente referênciados, mas falta coragem. Infelizmente.

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Caro joaquim, este "negócio" das coisa velhas faz-nos pensar inevitavelmente nos inúmeros processos que a valorização deste património dito "menor" ultrapassou. houve tempos em que um qualquer arado velho ou uma pia inoperante eram completamente insignificantes. hoje, com as lógicas de tudo guardar, de tudo ser património, esta valorização ansiosa tornou-se doentia. afinal, o que se pode fazer? colocar réplicas nos locais onde se situam estes elementos ou colocar câmaras?
relembro que o conceito de património é uma construção social e como tal remete-nos para quem o legitima, quem torna valioso umas coisas e outras não. daí toda a problemática actual referente ao "saque" do rural.
 
Nestas coisas de “velharias”, a PJ ou a ASAE deveriam andar pelas feiras das antiguidades, como a que vai decorrer este fim de semana em Castelo Branco. Acredito que teriam belas surpresas.
 
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