29 de junho de 2009
Balda arqueológica


Que a arqueologia urbana
É a célebre prática do célebre conherim albicastrense. Realmente, este último caso é o máximo na tentativa de camuflar e manipular a História local. O facto e a destruição situa-se
E a balda continua.
Fotos de Luís Lourenço e de Dias dos Reis
Etiquetas: Castelo Branco, Destruição do património cultural albicastrense
Não vinha nada no projecto POLIS para ser construído na Praça Camões?
São as entradas para o estacionamento dita da Praça Académica?
AD
Basta de destruições em castelo Branco.
Demissão dos responsáveis?
Por onde andam as autoridades competentes para fiscalizar e punir os faltosos? Será que o autarca de CB está acima da lei? É uma vergonha o que assistimos diariamente contra o património da nossa cidade. É urgente tomarem-se medidas. Por onde anda a oposição da Câmara e da Assembleia Municipal? Será que estão todos comprados com falsas promessas?
As multas são tão ridículas que os empreiteiros preferem destruir e pagar.
Quanto a prisão, até hoje só acontece uma vez, por uma noite (para se acalmar).
Foi no Algarve, na zona de Silves, onde um senhor alemão decidiu destruir um assentamento fenício, mais que conhecido e publicado, para plantar laranjeiras. O processo arrastou-se durante anos uma vez que senhor raramente comparecia nas audiências do tribunal.
Portugal, infelizmente, é assim...
Cumprem, vergonhosamente, a sua vocação "ovelheira".Nem no tempo do Vila Franca.
Ainda agora,não votaram a favor de uma moção solidária com as trabalhadoras de uma fábrica que fechou, penso que a Mateus Mendes.
Alguns deputados bem tentaram, mas com gente assim é impossível.
Quem participou, contou-me que houve um deputado do PS que saiu do rebanho na votação e levou logo um raspanete do chefe.É o que acontece a quem mija fora do penico...
Parece que houve quem quisesse saber de aspectos que têm a ver com arqueologia e outros projectos mas nada feito.O senhor Afonso
fica todo melindrado. Uma vergonha.
Viriato
Sim, porque no IPPAR só fez asneiras, se calhar os projectos acabaram todos no cenário do filme "Um dia a casa vem abaixo".
Portugal, infelizmente, é assim...
E cá vamos.
Num país onde se contestam ministros (...)
Peço desculpa pelo erro
Portugal, infelizmente, é assim...
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