11 de maio de 2011

 

Exposição sobre Arte Rupestre do Vale do Tejo

Vai decorrer entre os dias 18 e 20 de Maio de 2011, na Associação do Bairro do Cansado em Castelo Branco uma exposição versando a Arte Rupestre do Vale do Tejo, da autoria de Manuel Leitão com o apoio das Câmara Municipais de Vila Velha de Ródão e Castelo Branco. Esta mostra integra-se no estágio de Manuel Leitão como aluno da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Desejamos desde já que corra bem e que tenha muita afluência.

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6 de maio de 2011

 

Exposição sobre Amato Lusitano

Vai ter lugar em Castelo Branco, na Sala da Nora, do Cine-Teatro da cidade, no próximo dia 7 de Maio, pelas 16 horas, a inauguração da exposição " O corpo do coração: horizontes de Amato Lusitano". A iniciativa, comissariada por Carlos Semedo e Pedro Salvado, inscreve-se nas comemorações dos 500 anos do nascimento de Amato Lusitano, grande vulto da medicina europeia do século XVI.

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22 de setembro de 2010

 

Arte sacra de Proença-a-Velha

Está patente no Forúm Cultural de Idanha-a-Nova uma pequena exposição de arte sacra da Paróquia de Nossa Senhora da Silva de Porença-a-Velha. Visitei-a ontem ao fim da tarde pois não tive oportunidade de estar presente na inauguração da mesma no passado sábado, não podendo assim aceder ao convite que me foi enviado pela Câmara Municipal, o qual agradeço.
Pois, gostei muito da exposição, aliás gostei de todas as cinco exposições de arte sacra que até hoje foram efectuadas neste espaço.
Pena que o Calvário gótico não estivesse presente, mas compreende-se a sua ausência por razões de segurança, mas sempre estava presente a fotografia.
O catálogo é bem estruturado e as fotos nele inclusas de boa qualidade não fosse o fotografo o Valter Vinagre.
Uma palavra de parabéns ao nosso Amigo António Silveira Catana coordenador executivo e autor dos textos.

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8 de março de 2010

 

Exposição de arte sacra no Forúm Cultural de Idanha-a-Nova

Visitei a exposição de arte sacra que está patente ao público no Forúm Cultural de Idanha-a-Nova, nesta tarde de domingo. O catálogo é bom a todos os níveis, especialmente gráfico. Nem sempre estou de acordo com a datação das peças, mas isso é normal que aconteça. No meu "olhar" ficaram retidas a "Exaltação do Sagrado Coração de Jesus", o pano de armar, mas especialmente a "Nossa Senhora das Graças". Uma exposição a visitar atentamente. É coordenador executivo e autor dos textos o nosso Amigo António Silveira Catana e as obras em exposição pertencem às paróquias de S. Miguel de Acha e Aldeia de Santa Margarida.

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6 de março de 2010

 

Exposição no Museu do Canteiro


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29 de janeiro de 2010

 

Shoah. Exposição fotográfica

A não perder. Para que a Memória perdure. Shoah...

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10 de setembro de 2009

 

Exposição fotográfica de Carlos Matos no Museu do Canteiro

A exposição estará patente até 25 de Outubro de 2009 e poderá ser visitada de Terça a Sexta das 9:30h às12:30h e das14:00h às 17:30h, no Sábado e Domingo das 14:30h às 18:30h.

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20 de julho de 2009

 

A catalogação bibliográfica não é para todos

Decorreu na Biblioteca Municipal de Idanha-a-Nova, entre os dias 19 de Junho a 15 de Julho, uma exposição bibliográfica, denominada "Monografias das regiões das Beiras e da Estremadura Espanhola", inserida no Colóquio Internacional "Memória e história local".
Visitei a exposição uns dias depois e fiquei um pouco apreensivo sobre a organização da mesma e do porquê da presença de alguns livros e sobre a falta de outros. Igualmente me perguntei sobre a numeração dada e do porquê da "salada russa" que conseguiram promover. Sobre estas minhas questões, acho que o catálogo, entretanto enviado para o meu domicilio, veio responder a quase tudo.
A direcção da exposição agrupou os livros por colecções de proveniência; a elaboração das fichas é absolutamente surreal, praticamente não há uma que não esteja com deficiência, o que eu considero grave, mas uma leitura da ficha técnica veio revelar o porquê destas "botas". Afinal as fichas não foram elaboradas por técnicos de biblioteca e documentação. Estes somente montaram a exposição. Só assim se explica a presença de seriados nesta exposição e da não uniformização da catalogação dos espécimes que compunham a exposição. Face ao exposto, acho que esta edição foi um desperdicio de dinheiros públicos, pelas inúmeras deficiências apontadas. Lá diz o aforismo popular "Quem te manda sapateiro tocar rabecão"


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23 de junho de 2009

 

Pinturas devolvidas

Chama-se “Pinturas da matriz de Idanha-a-Nova” a excelente exposição patente no Centro Cultural Raiano de obras do século XVIII de temática religiosa. O catálogo, com boas reproduções, analisa as obras e a história arquitectónica da Matriz. O texto de autoria de Joaquim Oliveira Caetano, director do Museu de Évora, é omisso aos vários títulos que a este assunto editou o historiador de arte Pedro Rego. Omissão, esquecimento ou ignorância? O seu a seu dono. Vale mesmo a pena visitar este conjunto patrimonial superiormente restaurado por Ana Poças. A museografia foi do Paulo Longo. O mais importante é que este conjunto atenua aquela visão da Idanha periférica, longe de tudo onde nada chegava. Afinal há outras coisas relacionadas com a religião para além das manifestações antigas das religiões populares da época celta, judaica e templária…


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3 de abril de 2009

 

Museu do Canteiro 1


Cremos que valerá mesmo a pena visitar esta exposição de um dos maiores cultores nacionais da fotografia arqueológica e de arte, o nosso velho conhecido José Pessoa.

É no Museu do Canteiro, situado em Alcains, no próximo dia 4, amanhã, pelas 16 horas. E já agora aproveite para visitar este Museu que é de qualidade e de alguma originalidade expositiva. Apesar de todas as indefinições quanto à sua gestão, o Museu do Canteiro é o único equipamento municipal a desenvolver uma programação correcta e coerente. O resto, e como diz um grande Amigo meu, ou são fantasmas, como o do Cargaleiro, ou é uma balda cultural onde vale tudo até ferir os olhos pela péssima qualidade da oferta das artes aí expostas. Ultimamente as exposições apresentadas põem a cabeça à roda ou não se chamasse à sala municipal, a sala da nora. Resta saber quem, na gestão deste equipamento municipal, faz o papel de burro ou de burra. Mistérios culturais da minha cidade.

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6 de novembro de 2008

 

Exposição de Arte Sacra em Idanha-a-Nova


Está patente ao público no Forum Cultural da Vila de Idanha-a-Nova, uma pequena, mas representativa amostra da arte sacra propriedade das Paróquias de Idanha-a-Velha e de Alcafozes. Gostamos muito do que vimos, embora sinta que há faltas, a começar pela imagem da padroeira de Idanha-a-Velha, a Nossa Senhora da Conceição. Tratando-se de uma imagem do século XVIII, uma recente acção de restauro deixou algumas dúvidas ao promotor do certame, que decidiu não a incluir. O S. Sebastião de Idanha-a-Velha (o mais antigo) que segundo alguma literatura é proveniente da Catedral também não compareceu. De Alcafozes não sentimos faltas, mas não gostamos dos restauros da Senhora do Loreto nem da alegoria da "Exaltação do Sagrado Coração de Jesus". De destacar uma peça pouco vista e rara, como é a bandeira do Espírito Santo, classificada no catálogo como sendo do século XX, mas esta cronologia deverá por certo ser fruto de erro tipográfico, já que se trata de uma peça que ascenderá aos finais do século XVII que aparece na gravura deste post; só espero que quando regressar seja acondicionada em melhores condições para evitar que se continue a degradar. A actual armação será por certo uma boa solução. A musealização é muito boa e a segurança das peças parece-me adequada. O pequenino catálogo peca por ser tão compacto, mas o essencial está lá.
Ficamos a aguardar pela próxima amostra de arta sacra do concelho de Idanha-a-Nova, tão rico sendo por isso tão procurado pelos ladrões desta arte. Mas quanto a nós a divulgação das peças será o melhor meio de as proteger, pois a sua entrada no mercado de obras de arte ilegal se torna mais dificil.

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30 de outubro de 2008

 

Exposição de Arte Sacra em Idanha-a-Nova




Será inaugurada, amanhã dia 31 de Outubro, pelas 17 horas, no Forum Cultural de Idanha-a-Nova, uma exposição de arte sacra referente às Paróquias de Idanha-a-Velha e de Alcafozes. Estamos em "pulgas" para conhecer a selecção de objectos em exposição.

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8 de setembro de 2008

 

Forum Cultural de Idanha-a-Nova



Visitei na última sexta-feira o chamado "Fórum Cultural de Idanha-a-Nova", situado na Rua de S. Pedro na zona histórica da vila, aos pés do castelo e da Misericordia. O local, antigo lagar, está muito bem restaurado e o seu espaço aproveitado ao milimetro. Para além de um pequeno auditório bem aconchegador com uma lareira ao centro, há ainda dois espaços expositivos, um no rés do chão e outro mais arrojado no primeiro piso.
Em baixo está patente uma exposição de artesanato versando temas quotidianos da vila de Idanha de há algumas décadas. No piso superior uma pequena, mas interessante mostra de arte sacra da vila de Idanha-a-Nova. A exposição que se segue vai mostrar a arte sacra das paróquias de Alcafozes e de Idanha-a-Velha.
Um local a visitar muitas vezes.

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8 de janeiro de 2008

 

A devoção à Senhora do Almurtão


Saiu há poucos dias o catálogo da exposição "A devoção à Senhora do Almurtão", que esteve patente no Centro Cultural Raiano, vários meses, sempre com grande afluência de público. É este catálogo obra do nosso bom Amigo António Silveira Catana, porventura quem mais está documentado sobre a santa raiana.
Trata-se de um livro de muito boa apresentação e bem escrito.
No entanto há alguns aspectos que eu gostaria de ver lá expostos, mas cada um organiza a obra como lhe convém. Os aspectos são a problemática pre cristã deste culto, aliás era quase omissa na exposição, as relações com Igaedus, deus indigena cultuado no mesmo local e por fim uma bibliografia segura acerca da Senhora do Almurtão, não só em material impresso, como em material não livro. Quantas versões cantadas existem publicadas da Senhora do Almurtão? Mais de cem, o Dr. Catana poderia dize-lo.
Mas as obras são aquilo que são, e só temos de agradecer ao António Catana todo o esforço, dedicação e entusiasmo com que se lança nestas lides.
Para terminar deixar um reparo. Gostava de ter visitado a exposiçâo equipado com este catálogo, aliás os catálogos servem para acompanhar as exposições, e este foi editado alguns meses depois de finda.
Mais uma edição da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. Mais uma vez de parabéns.

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29 de maio de 2007

 

Arqueologia no castelo de Penamacor



A aposta empenhada da Câmara Municipal de Penamacor em projectos de investigação arqueológica começa a dar os seus resultados. Inaugurou-se há alguns dias na vizinha vila, a exposição ARQUEOLOGIA NO CASTELO DE PENAMACOR- Da Pré-História ao século XIX. Vale uma visita atenta pelo conjunto de artefactos apresentados resultantes de quatro anos de escavações no castelo roqueiro da vila raiana.

No seu conjunto esta exposição significa em primeiro lugar um grande avanço do real conhecimento de diversas realidades do período medieval e moderno da Beira, para além da confirmação de mais um ponto do povoamento proto-histórico desta região.

Em segundo lugar a excelência de um projecto de investigação liderado pela arqueóloga Silvina Silvério que começa a afirmar-se como a nossa grande especialista em Arqueologia medieval. Ao contrário de outros e de outras, Silvina Silvério e a Câmara Municipal de Penamacor não confundem a verdadeira acção e espírito científico com pompas, poderes e ridículas ambições mediático-pessoais. Parabéns Silvina. Continue.

A exposição está aberta ao público até 31 de Outubro.

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3 de abril de 2007

 

Exposição da Senhora do Almortão

Depois de sair do serviço, acompanhado da minha filha, visitei a exposição sobre a Senhora do Almortão, no Centro Cultural Raiano em Idanha-a-Nova. A exposição está dividida por duas salas, bem compostas. Estão expostos os pequenos grandes tesouros da santa, desde inúmeros objectos de ouro, fruto da doação dos crentes, até às vestimentas com que a Santa regularmente é vestida pelas mordomas. Enfim está lá quase tudo, mas sente-se sobretudo a falta da artista principal, ou seja a santa. Muito gostariamos que a Senhora do Almurtão estivesse presente nesta homenagem a si dedicada. Achei igualmente a falta da muita bibliografia que se escreveu e das bandas sonoras publicadas por inúmeros artístas. Senti igualmente a falta de uma música de fundo com os adufes e os cantares das raianas, desafinadas, encantadoras.
A nível técnico senti uma vez mais que as coisas foram feitas apressadamente. Falta sinalética, faltam legendas, falta um catálogo.
Mas no geral gostei e fiquei impressionado com a valia, popular ou artística, de muitas peças.
Só fiquei desiludido com a forma como apresentaram a ara de Igaedus, divindade índigena, documentada numa ara encontrada nas traseiras da capela e levada para uma casa particular de Alcains, um simples desenho muito esquemático. Igaedus mereceria mais, pois a Santa só herdou o seu lugar e as suas funções.

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30 de março de 2007

 

Exposição sobre a Senhora do Almortão


Como se estão sempre a meter comigo sobre as minhas queixas em não receber os convites da praxe para as inaugurações das exposições organizadas pela nossa Câmara Municipal, desta vez, antecipo-me. Amanhã inaugura-se uma exposição no Centro Cultural Raiano sobre Nossa Senhora do Almortão. A não perder. A SENHORA É DE TODOS. Mas na verdade não recebi mesmo convite.

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6 de fevereiro de 2007

 

Que frustação!!!!!



Como não assisti à inauguração da exposição "10 anos do Centro Cultural Raiano" conforme vinha no convite, aproveitei a tardinha do dia de hoje para visitar a dita. Como tal dirigi-me ao CCR e perguntei se podia visitar a exposição que tinha sido inaugurada na sexta-feira. Disseram-me que sim e lá me fui dirigindo às salas de exposição. Entrei na primeira e estava patente uma exposição fotográfica de motivos publicitários que não me chamou a atenção. Segui para a seguinte e vejo no chão uma espécie de linha de comboio com as linhas constituídas por lâmpadas florescentes assentes sobre tábuas, e estas sobre gravilha.

Isto é que é a exposição sobre a década do CCR? Sinceramente, como exposição nem sei como definir. Porém gostaria de saber quem está actualmente a fazer a programação do CCR neste aspecto. Não sou exactamente um analfabeto em arte, mas digo abertamente que isto nem tem pés nem cabeça, ainda por cima em Idanha-a-Nova? Faz-me lembrar o mamarracho a que chamam exposição e que vem ocupando nestes últimos meses a Sé de Idanha-a-Velha.. Isto é demasiado mau para ser verdade, demasiado.

"Algo vai podre no reino da Dinamarca"

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