1 de abril de 2009

 

Desde as origens: A pré-história do Tejo Interior



PROGRAMA
7 DE MAIO (QUINTA-FEIRA)
11:00 Inauguração da reunião (acto institucional)
12:00 Apresentação da reunião
12:30 L. Raposo (Museu Nacional de Arqueologia): O sítio
acheulense do Monte do Famaco e a problemática
contemporaneidade em Pré-História Antiga
13:00 N. Almeida (IGESPAR): Nuevos datos sobre el complejo
Paleolítico del Arneiro/Nisa (Portugal): los yacimientos del
Paleolítico medio de Pegos do Tejo 2 y Tapada do Montinho
13:30 Debate
14:30 Almoço
16:00 C. Scarre (Durham University): Tombs, landscapes and
settlement in the Tagus hill-country
16:30 P. Bueno Ramirez, R. de Balbín Behrmann, R. Barroso Bermejo (Univ. de Alcalá de Henares), e F. Carrera Ramirez
(Escuela Superior de Restauración de Vigo): Territorios
tradicionales y marcadores gráficos: el conjunto pictórico de la
Sierra de San Pedro (Santiago de Alcántara y Valencia de
Alcántara, Cáceres)
17:00 A. Cruz (Instituto Politécnico de Tomar) e A. Batista
(Gabinete de Arqueologia do Município de Abrantes): Pré-
História Recente e Proto-História nos Concelhos de Abrantes e
Constância – Médio Tejo Português.
17:30 Intervalo
18:00 P. Salvado, F. Henriques e J. C. Caninas: A Pré e Proto-
História no concelho de Castelo Branco. Cem anos de
investigação, horizontes com futuro.
18:30 E. Cerrillo Cuenca (IAM-CSIC): Paisajes de paso
prehistóricos en el valle del Tajo: nuevas metodologias y resultados
19:00 Debate
8 DE MAIO (SEXTA-FEIRA)
9:30 A. Martinho Baptista, A. Santos e D. Correia (Parque
Aqueológico do Vale de Côa): Arte rupestre gravada da
Cordilheira Central: os casos de Piódão (Arganil) e Vide (Seia)
10:00 M. Varela Gomes (Universidade Nova de Lisboa):
Representações de armas na arte rupestre do Vale do Tejo.
Importância sócio-económica, cronológica e cognitiva
10:30 F. Henriques, J. C. Caninas, J. L. Cardoso e M. Chambino
(Associação de Estudos do Alto Tejo): Arte rupestre e
povoamento no Baixo Erges (Idanha-a-Nova)
11:00 A. Martinho Baptista, A. Santos e D. Correia (Parque
Arqueológico do Vale de Côa), S. Figuereido: Entre o Vale do
Côa e a Serra da Marofa: Pintura esquemático-simbólica da
margem sul do Douro português
11:30 Intervalo
12:00 P .Bueno Ramirez, R.de Balbín Berhmann, R. Barroso Bermejo (Univ. Alcalá de Henares), E. Cerrillo Cuenca (IAMCSIC),
A.Gonzalez Cordero (Museo Fundación Concha) e A. Prada Gallardo: Estelas y megalitos en la cuenca interior del
Tajo : Santiago de Alcántara, Alconétar y Cañamero
12:30 A. González Cordero (Museo Fundación Concha) e E. Cerrillo Cuenca (IAM- CSIC): Las ocupaciones sepulcrales del
karst de La Garganta Canaleja (Romangordo): VI-III milenio cal
BC.h
13:00 J. C. Caninas (Associação de Estudos do Alto Tejo), J. L. Cardoso (Universidade Aberta) e F. Henriques (Associação
de Estudos do Alto Tejo): A mamoa da Charneca das Vinhas
(Vila Velha de Ródão)
13:30 Debate
14:30 Almoço
16:00 J. Caninas, F. Henriques, M. Monteiro, F. Robles Henriques, E. Carvalho, J. L. Monteiro et al. (Associação de
Estudos do Alto Tejo): Os tumuli da Serra Vermelha (Oleiros).
16:30 F. Santos e N. Figueira (Arqueohoje Lda): O monumento
funerário da Eira da Vinha (Perais, Vila Velha de Ródão, Castelo
Branco). Um modelo de arquitectura funerária Neolítica (Pré-
Megalítica?) na Beira Interior
17: 00 J. de Oliveira (Universidade de Évora): Neolítico Antigo
da Coudelaria de Alter no contexto da Serra de S. Mamede
17:30 Descanso
18:00 T. Tomé e L. Oosterbeek (Instituto Politécnico de
Tomar): Uma região, dois sistemas? Uma leitura paleobiológica
da continuidade cultural na transição para o agro-pastoralismo no
Alto Ribatejo
18:30 J. J. Enríquez Navascués (Universidad de Extremadura)
e Miriam García Cabezas (Arqueóloga): Excavaciones
efectuadas en los yacimientos calcoliticos de Torreorgaz y
Torrequemada
19:00, J. R. Marcos Barbado, D. Larra Monteo, e S. Salazar Fernández (F9 Arqueología Constructiva): Resultados
preliminares de la intervención arqueológica en el yacimiento
prehistórico de Valdecañas en el término municipal de El Gordo
19:30 Debate
20:00 Encerramento
9 DE MAIO (SÁBADO)
Visitas guiadas a:
- Museu Arqueológico de Navalmoral de la Mata
- Grutas sepulcrais de Garganta Canaleja
- Outras estações arqueológicas próximas

Divirtam-se

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26 de janeiro de 2009

 

Arqueologia em Castelo Branco

A arqueologia em Castelo Branco, se é que isso existe, está cada vez pior, pior. A empresa de arqueologia que se encontrava acompanhar as obras no castelo deu de frosques. Ninguém se interessou pela sua continuidade no terreno apesar de continuarem a revolver o subsolo de toda a zona histórica (Na Rua dos Ferreiros encontraram estruturas, destruíram e taparam. Deve ser pela seguinte razão: Estes buracos são abertos à noite. E de noite todos os gatos são pardos e os vigilantes estão...)

Continuemos com a empresa. Era gente duvidosa, traiçoeira, perigosa. Honestos, cumpridores, bons técnicos, reflectiam, pensavam, defensores do património a sério, etc, etc,etc. enfim, gente muito, mas mesmo muito perigosa. Para além de não bajularem e de não darem exclusivos…ainda por cima estavam a não permitir que a cidade e a sua arqueologia ocupasse um recorde digno da nossa cultura: o (a) colherim municipal é a grande anedota da arqueologia nacional. Fala-se da Câmara e de Arqueologia em Castelo Branco e, pumba, sai e esboça-se um sorriso e uma exclamação de indignação e de gozo. Nas barbas do IGESPAR, longe do Dr. Pita da Delegação da Cultura do Centro, situada na linda cidade do Mondego, com a delegação local em autogestão (?), o património da cidade está sem rei nem roque. Não se cumpre a Lei. Cumprir a Lei, o que é isso?

“Pergunta: “Alembrai-vos” ainda da crise arqueológica do Castelo no passado Verão? E dos comentários do Blog do Picareta?




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5 de dezembro de 2008

 

A balda arqueológica continua








Ainda que das e nas terras da Idanha, este blog também apresenta outros variados assuntos como sejam problemas patrimoniais de outros localidades, como é o caso da nossa cidade capital, Castelo Branco.
Quem nos acompanha lembrar-se-á da última “campanha arqueológica do verão”… com as suas vis tristezas, falácias, mentiras e personagens de estrutura cientifica medíocre. Cartas anónimas, ameaças de todo o género, intrigas entre colegas, manipulações da comunicação social de tudo recebemos e houve. Os poucos que se empenharam em denunciar este caso, único da gestão do património arqueológico das nossas cidades, ficará a História da defesa do património a dever alguma coisa.
Estas fotografias foram captadas em Castelo Branco. O local é em plena zona histórica, á frente e ao lado de dois monumentos nacionais: o cruzeiro de S. João e o jardim do Paço episcopal. As máquinas esventraram o subsolo e, uma vez mais, estes trabalhos não tiveram acompanhamento arqueológico. Estamos portanto diante de uma coisa clandestina.
Claro que a resposta é sempre a mesma: ou não sabíamos ou lá não há nada de interesse!
A pergunta é, meus senhores, a seguinte: porquê é que situações desta natureza atentatórias à ciência e ao património continuam a acontecer em Castelo Branco?
A quem pedir responsabilidades? O IGESPAR de Castelo Branco anda a fazer o quê? Eles mandam alguma coisa ou são um sucedâneo da Câmara?

Assinam de cruz quanto ao não haver lá nada?

Há ou não uma empresa de arqueologia a acompanhar as obras de Castelo Branco. Ou só acompanha algumas, conforme o jeitinho?

Quem não cumpre a Lei?

Ou há duas leis conforme a conveniência da obra, dos senhores empreiteiros e de arqueólogas e arqueólogos incompetentes mas grandes militantes… dos patrimónios …



Fotos de Verissimo Bispo e a nocturna de Luís Lourenço

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23 de janeiro de 2008

 

As novas barragens da Idanha


Soube pelos jornais regionais que a empresa Interpower vai avançar com a construção de duas infraestruturas hidricas no concelho de Idanha-a-Nova. A localização destes aproveitamentos hidrológicos vai ser nas ribeiras de Oledo no sítio de Casas do Meio e no Rio Torto no local da Urgueira.
A estrutura a construir na ribeira de Oledo é uma mini-hidrica, enquanto a outra será já uma barragem de boas proporções, ou seja prevê-se que consiga armazenar 65 milhões de metros cúbicos de água e que tenha um paredão ainda mais alto que o da barragem Marechal Carmona, que lhe ficará perto.
Penso que são boas notícias para todos, mas senhores autarcas não se esqueçam dos levantamentos arqueológicos respectivos, e talvez fosse boa ideia colocar os seus arqueólogos em campo enquanto é tempo. Lembramos que, pelo menos, a zona do Rio Torto, tem sido rica em vestígios arqueológicos, aliás alguns deles já estudados por Raquel Vilaça da Universidade de Coimbra. Mas estou ciente que haverá outros ainda inéditos à espera de serem identificados. Ainda ontem me chegou a informação de uma estação (agora diz-se arqueossítio) romana na Urgueira, em local ainda a identificar. Não deixem tudo para a última hora.
Já agora uma chamada de atenção para o Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. O rio que abastece a barragem de Idanha é sem dúvida o Ponsul, sendo o Torto afluente deste.
Senhores arqueólogos que tenham um bom desempenho que haverá quem esteja atento à vossa actuação.

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2 de julho de 2007

 

A colonização avança

O governo espanhol anunciou hoje um pacote de apoio financeiro de 400 mil euros a projectos de investigação arqueológica em 14 países, dois dos quais em Portugal.

E nós "cantando e rindo".

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29 de maio de 2007

 

Arqueologia no castelo de Penamacor



A aposta empenhada da Câmara Municipal de Penamacor em projectos de investigação arqueológica começa a dar os seus resultados. Inaugurou-se há alguns dias na vizinha vila, a exposição ARQUEOLOGIA NO CASTELO DE PENAMACOR- Da Pré-História ao século XIX. Vale uma visita atenta pelo conjunto de artefactos apresentados resultantes de quatro anos de escavações no castelo roqueiro da vila raiana.

No seu conjunto esta exposição significa em primeiro lugar um grande avanço do real conhecimento de diversas realidades do período medieval e moderno da Beira, para além da confirmação de mais um ponto do povoamento proto-histórico desta região.

Em segundo lugar a excelência de um projecto de investigação liderado pela arqueóloga Silvina Silvério que começa a afirmar-se como a nossa grande especialista em Arqueologia medieval. Ao contrário de outros e de outras, Silvina Silvério e a Câmara Municipal de Penamacor não confundem a verdadeira acção e espírito científico com pompas, poderes e ridículas ambições mediático-pessoais. Parabéns Silvina. Continue.

A exposição está aberta ao público até 31 de Outubro.

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15 de maio de 2007

 

Etnologia e arqueologia «votadas ao esquecimento»

APOM: Etnologia e arqueologia «votadas ao esquecimento»
As áreas da etnologia e da arqueologia estão a ser votadas ao esquecimento e há mesmo «um desprezo» pelos museus que as representam, considera o presidente da Associação Portuguesa de Museologia (APOM).

Ler aqui o resto da notícia

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