26 de janeiro de 2009

 

Arqueologia em Castelo Branco

A arqueologia em Castelo Branco, se é que isso existe, está cada vez pior, pior. A empresa de arqueologia que se encontrava acompanhar as obras no castelo deu de frosques. Ninguém se interessou pela sua continuidade no terreno apesar de continuarem a revolver o subsolo de toda a zona histórica (Na Rua dos Ferreiros encontraram estruturas, destruíram e taparam. Deve ser pela seguinte razão: Estes buracos são abertos à noite. E de noite todos os gatos são pardos e os vigilantes estão...)

Continuemos com a empresa. Era gente duvidosa, traiçoeira, perigosa. Honestos, cumpridores, bons técnicos, reflectiam, pensavam, defensores do património a sério, etc, etc,etc. enfim, gente muito, mas mesmo muito perigosa. Para além de não bajularem e de não darem exclusivos…ainda por cima estavam a não permitir que a cidade e a sua arqueologia ocupasse um recorde digno da nossa cultura: o (a) colherim municipal é a grande anedota da arqueologia nacional. Fala-se da Câmara e de Arqueologia em Castelo Branco e, pumba, sai e esboça-se um sorriso e uma exclamação de indignação e de gozo. Nas barbas do IGESPAR, longe do Dr. Pita da Delegação da Cultura do Centro, situada na linda cidade do Mondego, com a delegação local em autogestão (?), o património da cidade está sem rei nem roque. Não se cumpre a Lei. Cumprir a Lei, o que é isso?

“Pergunta: “Alembrai-vos” ainda da crise arqueológica do Castelo no passado Verão? E dos comentários do Blog do Picareta?




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Comments:
Para variar um espaço mal-tratado, mal-tratado continua...
 
Há uma grande crise arqueológica: as obras no adro da capela da Sra. do Almortão têm acompanhamento arqueológico?
 
Tanto quanto sei, a empresa até estava a fazer um bom trabalho; além de conhecer várias pessoas no meio que destacam a competência e integridade profissional dos seus membros.

Se a situação chegou ao estado em que se encontra, algo deverá ter acontecido de muito grave...
 
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Designação: Senhora do Almortão
Tipo de Sítio: Achado(s) Isolado(s)
Periodo/Notas: Romano
CNS: 3433
Topónimo: Senhora do Almortão
Div. Administrativa: Castelo Branco/Idanha-a-Nova
Classificação: -
Descrição: Inscrições.
Ref. Bibliográficas: -
Trabalhos: -
Datações: -
 
O que é que está a acontecer na Sra do Almortão???
Há acompanhamento?
 
Caro (a) Itelvina, para lhe ser sincero não sei se as obras da Senhora do Almurtão têm ou não acompanhamento arqueológico. Aliás nem sequer sabia que lá havia obras. Se estiver interessaso em saber pode contactar os exmºs arqueólogos municipais , sempre contactáveis no Centro Cultural Raiano.
 
Designação: Senhora do Almortão
Tipo de Sítio: Achado(s) Isolado(s)
Periodo/Notas: Romano
CNS: 3433
Topónimo: Senhora do Almortão
Div. Administrativa: Castelo Branco/Idanha-a-Nova
Classificação: -
Descrição: Inscrições.
Ref. Bibliográficas: -
Trabalhos: -
Datações: -


Esta informação é nula e base de dados que a apresenta não têm actualizações há já vários meses devido à função de IPA/IPPAR/DGEMN.

Além disso, quaisquer trabalhos que estejam a decorrer não poderiam aí estar referenciados já... só depois do relatório estar aprovado.

Outra coisa que é relevante, o CNS (Código Nacional de Sítio), significa que o local está inventariado devido a trabalhos de prospecção, não significa que tenham tido lugar trabalhos anteriores.
3433 - é muito velho, já há processos com números acima de 20000.
Infelizmente muitos destes locais só estão assinalados pelo eventual potencial arqueológico que poderão ter e não pelo que tem realmente.
É assim no país todo!
 
ATENTADOS ARQUEOLÓGICOS EM IDANHA!!
Obras na Sra. Do Almortão sem acompanhamento arqueológico…
 
Não há fotografias desse atentado???
 
Caro(a) Itelvina e Anónimos, há alguns dias desloquei-me à Senhora do Almurtão para ver "in loco" o que se passava com as obras. As mesmas estão bastante afastadas da capela e em zona onde a haver alguma coisa já tinha sido "varrida" da criação há já alguns anos aquando das grandes obras que houve lá. Então foi completamente arrasada uma pequena estação romana no local onde estava o depósito da água e agora serve (ironia do destino) para aparcamento de autocarros, assim como uma sepultura na zona das casas de banho antigas.
Atentado? Sim na altura sim, agora o que se poderá fazer. Para mais pormenores contacte os arqueólogos da Câmara Municipal que creio que acompanharam mesmo assim a abertura das valas, José Cristóvão e Patrícia Leitão.

Nada mais me ocorre.
 
Criticar parece fácil, enquanto for sinónimo de ofender e maldizer. Mas examinar, apreciar, analisar, julgar o mérito, não é para qualquer pessoa. Para fazer uma avaliação fidedigna, além de coragem, é preciso saber aprofundar até ao âmago, o que requer conhecimento de causa
 
As obras da Senhora do Almortão foram discutidas publicamente onde uns concordaram e outros não,não me parece que tragam destruição de património uma vez que irão ser contruidas em local já antes removido como já aqui foi referido,irão oferecer isso sim melhores condições aos feirantes e aos romeiros que verão assim o recinto melhor ordenado e mais acolhedor.
 
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