29 de outubro de 2009

 

Lagar escavado na rocha nos arredores de Castelo Branco

Esta foto data de 1983 e retrata um lagar escavado na rocha, situado a cerca de 500 metros para sul da capela da Senhora Santana, quase dentro do perímetro urbano da cidade. Não sei se ainda existe, se não. Os serviços de arqueologia da Câmara albicastrense, se calhar, também estaram na mesma situação. Se já não existe é uma pena.
A edilidade albicastrense nunca foi muito destas coisas da cultura, talvez das cantorias ou dos folclores, mas do património construído e arqueológico, "arreda pé" pois só empata a obra.
Toda a zona compreendida entre as capelas da Senhora de Mércoles, Santana e S. Martinho deveria ser classificada, pois o seu potencial arqueológico é imenso. O urbanismo, restrito e mesmo esse sujeito a pareceres e estudos de impacte. Mas é melhor fechar os olhos e deixar os clandestinos fazerem o trabalho sujo. Depois vem a máxima de que obra feita não se deita abaixo, e aquí até resulta.

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3 de maio de 2009

 

Património arqueológico em risco


Pois é caros Amigos, isto aqui ao lado é um simples detector de metais, tão em voga na nossa zona, onde qualquer "gato pingado" o utiliza, na maior das impunidades, na espoliação de moedas e outros objectos arqueológicos metálicos. Os infractores não se mostram nos arredores de Idanha-a-Velha, mas munidos de informações, vá lá saber-se de onde as sacam, correm todos os arqueossítios do concelho de Idanha-a-Nova. Para cumulo vim há pouco a saber que até espanhóis têm sido vistos nestas tarefas, no maior dos "à vontade". Já não nos bastava o amigalhaço de Penha Garcia que tudo corre com o seu aparelhozinho, agora tal tarefa já se internacionalizou.
Porém convém saber-se que existe legislação sobre o assunto e que pesta prevê coimas pesadas aos utilizadores deste tipo de aparelhos.

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26 de janeiro de 2009

 

Arqueologia em Castelo Branco

A arqueologia em Castelo Branco, se é que isso existe, está cada vez pior, pior. A empresa de arqueologia que se encontrava acompanhar as obras no castelo deu de frosques. Ninguém se interessou pela sua continuidade no terreno apesar de continuarem a revolver o subsolo de toda a zona histórica (Na Rua dos Ferreiros encontraram estruturas, destruíram e taparam. Deve ser pela seguinte razão: Estes buracos são abertos à noite. E de noite todos os gatos são pardos e os vigilantes estão...)

Continuemos com a empresa. Era gente duvidosa, traiçoeira, perigosa. Honestos, cumpridores, bons técnicos, reflectiam, pensavam, defensores do património a sério, etc, etc,etc. enfim, gente muito, mas mesmo muito perigosa. Para além de não bajularem e de não darem exclusivos…ainda por cima estavam a não permitir que a cidade e a sua arqueologia ocupasse um recorde digno da nossa cultura: o (a) colherim municipal é a grande anedota da arqueologia nacional. Fala-se da Câmara e de Arqueologia em Castelo Branco e, pumba, sai e esboça-se um sorriso e uma exclamação de indignação e de gozo. Nas barbas do IGESPAR, longe do Dr. Pita da Delegação da Cultura do Centro, situada na linda cidade do Mondego, com a delegação local em autogestão (?), o património da cidade está sem rei nem roque. Não se cumpre a Lei. Cumprir a Lei, o que é isso?

“Pergunta: “Alembrai-vos” ainda da crise arqueológica do Castelo no passado Verão? E dos comentários do Blog do Picareta?




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11 de abril de 2008

 

A policia espanhola não brinca em serviço

A policia espanhola não brinca em serviço, mesmo quando se trata de atentados ao património arqueológico. Para ler e meditar

O que por cá faz a GNR com os portadores de detectores? FECHA OS OLHOS E SE POSSÍVEL TOMA OUTRO RUMO.

Este país está entregue à "Bicharada".

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