29 de outubro de 2009
Lagar escavado na rocha nos arredores de Castelo Branco

A edilidade albicastrense nunca foi muito destas coisas da cultura, talvez das cantorias ou dos folclores, mas do património construído e arqueológico, "arreda pé" pois só empata a obra.
Toda a zona compreendida entre as capelas da Senhora de Mércoles, Santana e S. Martinho deveria ser classificada, pois o seu potencial arqueológico é imenso. O urbanismo, restrito e mesmo esse sujeito a pareceres e estudos de impacte. Mas é melhor fechar os olhos e deixar os clandestinos fazerem o trabalho sujo. Depois vem a máxima de que obra feita não se deita abaixo, e aquí até resulta.
Etiquetas: Castelo Branco, lagares escavados na rocha, Património arqueológico
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Baptista:
Este monumento do «nosso» Triângulo identificado, creio, pelo companheiro Manuel Leitão já não existe. Foi engolido pelos clandestinos e respectivas surribas e destruições da paisagem sem apelo nem agravo.
Abraço e êxitos no desempenho das tuas novas atribuições. A partir de agora, a culpa de tudo vai ser da Junta.É um clássico destas coisas dos poderes.
Pedro Salvado
Este monumento do «nosso» Triângulo identificado, creio, pelo companheiro Manuel Leitão já não existe. Foi engolido pelos clandestinos e respectivas surribas e destruições da paisagem sem apelo nem agravo.
Abraço e êxitos no desempenho das tuas novas atribuições. A partir de agora, a culpa de tudo vai ser da Junta.É um clássico destas coisas dos poderes.
Pedro Salvado
Nos arredores da cidade de Castelo Branco existia um considerável número de lagares, lagaretas e sepulturas escavadas na rocha. Hoje, infelizmente a maioria já não existem, culpa da construção dos bairros que se verificara nos anos 90 e inícios do presente século. A culpa, como sempre, terá de ser imputada a quem aprova os respectivos projectos, sem exigir um prévio estudo do local. Sem quererem saber do que existe no solo e subsolo. Mas tudo isto é característico deste país, em que muito se fala e nada se faz.
Manuel Leitão
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Manuel Leitão
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