7 de outubro de 2008
A casinha dos Patrimónios
PS- Esperamos que tenham fechado a janela do segundo piso da sede coimbrã, situado bem no centro , mesmo ao lado do Jardim da Manga não vão desaparecer processos. Também não havia mal pois, deve andar tudo a ser desconcertado para a capital. Fazendo fé nas declarações do Sr. Arquitecto Afonso proferidas ao Diário XXI de 30 de Setembro “quem quiser mudar uma telha ou qualquer alteração num edifício tem de fazer um o pedido a Lisboa”. Lindo. Resta saber qual a tipologia das telhas permitida pelo IGESPAR.
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30 de setembro de 2008
Pois sim, Sr. Dr.

O Director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico IGESPAR andou lá para o norte, mais precisamente,
Adiantou que tem “pensado numa gestão partilhada de património, que quebre um pouco a lógica dos quintais e que a actual estratégia “é de partilha com as diversas entidades, assumindo as responsabilidades mas encontrando novas formas de gestão”.
O Dr. entrou só agora para o Governo ou já está à espera do quintal da nova legislatura. Quem é que ajudou a destruir a orgânica anterior? Mas há mais. Algo parecido a esta lógica da “desconcentração concentrada” também já tinha sido propagandeada pelo Delegado Regional da Cultura do Centro quando anunciou a nova arrumação dos processos dos patrimónios da nossa região como o Jardim do Paço e outros, num edifício com vistas para o conimbricense Jardim da Maga.
Que grandes jardineiros no reino e no quintal da confusão que é Portugal. Em tempos de perda patrimonial cá os do bando oferecem esta grande música das Just Girls ao Dr. Summavielle que também está disponível para toque de telemóvel…
~ Bye Bye (Vou-me divertir)
Just Girls
Voar, deslizar, carro novo p'ra mostrar
Vou passar a noite a sorrir
É já, vamos lá, bem melhor do que o sofá
Passearmos a conduzir
Assim é que é
Num cabriolet
Curtir a onda na rádio
Na estrada a seguir
Com todas a rir
E a abanar com a rádio
Nada melhor p'ra esquecer
A mágoa que não quero ter
E tudo que eu tenho p'ra dizer... é
Bye, Bye - vou-me divertir
Não, não - não vou discutir
Já está - já decidi
Que eu vou viver mas é longe de ti (longe de ti)
Nada melhor p'ra esquecer
A mágoa que não quero ter
E tudo que eu tenho p'ra dizer... é
Bye, Bye - vou-me divertir
Não, não - não vou discutir
Já está - já decidi
Que eu vou viver mas é longe, bem longe de ti
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25 de maio de 2007
Prepotências
Moral da história:
1- Eu tenho de me calar;
2- No ex-IPPAR nunca se enganam e nunca têm dúvidas, são uns iluminados;
3- Descobri que o mau da fita sou EU.
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18 de maio de 2007
É proíbido abrir o túmulo de D. Afonso Henriques
Deste nosso cantinho da Beira Interior, não compreendemos nem as razões da Ministra nem do Conselho Consultivo do ex-IPPAR. Pensamos até que estão a querer esconder algo ou a guardar este projecto para algum protegido. Assim não saimos da cepa torta, e ainda anda gente do governo a falar em educação e investigação. Quanto ao ex-IPPAR devia-se de preocupar mesmo era em defender e reprimir os atentados diários ao nosso património cultural, mas para quê, até já não existem. Sempre é mais fácil meterem-se com gente de bem, que com a outra a coisa pode ficar perigosa.
Valha-nos, sei lá quem, no Dia Mundial dos Museus.
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19 de abril de 2007
A última obra do ex-IPPAR em Idanha-a-Velha
Há algum tempo atrás, tinha feito neste espaço a denúncia de obras mal realizadas e inacabadas, lançadas pelo IPPAR e pela autarquia idanhense. Passado que é algum tempo, considerável, e como o caso tenha caído em saco roto, venho uma vez mais, desta vez com fotos ilustrar o que na altura deixou alguns leitores cépticos. Como se pode comprovar pelas fotos as oliveiras secaram e estão a meter nojo. O tanque está mal feito e desde o primeiro minuto que perde água, o que pode ser comprovado também pela foto. A iluminação não funciona há largos meses, nem a que provem do solo, que ainda funcionou bastante tempo, nem a dos candeeiros novos, que nem foram pintados nem ligados á rede, portanto nunca funcionaram. O sistema de água do tanque também há largos meses está inactivo. O bebedouro é uma armadilha para molhar pessoas, tal a pressão que tem.Penso que tenho razão ao denunciar tudo isto, aliás está tudo fundamentado, ninguém pode virar as costas dizendo que se trata de política. Já agora o que se passa com o acumular de restos de obras, clandestinas, junto da ponte, dita romana? E o lixo ao cimo da Rua de Guimarães lá posto há meses na via pública?
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18 de abril de 2007
Palavras para quê?
O Sr. arquitecto José Afonso, diligente director do extinto IPPAR, dá hoje uma entrevista ao Diário XXI a propósito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Vale a pena passar os olhos sobre estas páginas pois ficamos inteirados de vez sobre qual é o posicionamento doutrinário do Sr. arquitecto no respeitante a conceitos e filosofias do património. Li três vezes a peça. Confirmei os nomes e as datas: Estamos mesmo no dia 18 de Abril de 2007, Hemisfério norte, Europa, Portugal e a entrevista é ao Sr. arquitecto José Afonso. As respostas. Bom. Aceitam-se. Afinal o ex-ippar está em gestão corrente, logo desculpam-se estas coisas. E ficámos sempre a saber do futuro do arquitecto que se assume como pai da preservação do património da BI e promete continuar a lutar pela causa. Não duvidamos.
- Caso seja convidado, está disponível para continuar o trabalho à frente da futura delegação?
– Estou na direcção regional do IPPAR de Castelo Branco desde a fundação e é quase uma «filha» para mim. Ao longo da minha vida profissional na função pública sempre me dediquei com enorme paixão. Continuarei a bater-me pela causa do património, não obstante o cargo que ocupe.
-Está a fugir à questão?
– Limito-me a dizer o que, de momento, me parece mais indicado.
Depois o outro é que era dado a tabus. Para a próxima vez que estiver com ele, juro que lhe vou perguntar duas coisas: O porquê da sua visão economicista do património que é muito discutível e exagerada. Carros são carros. E o património não são só pedras. E como é que a A 23 é o eixo patrimonialista do território? Entre as cidades e o resto do território há mais rotas para além dessa ou não?
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29 de março de 2007
O ex-IPPAR ainda mexe

(Imagem do site da Paróquia de Santa Cruz deCoimbra)
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28 de março de 2007
Lembrança

Apresentamos a capa da separata relativa ao distrito de Castelo Branco da obra «Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado», edição promovida pelo defunto IPPAR em 1993,que teve como coordenação geral o arquitecto Flávio Lopes. Eram outros os tempos sem dúvida. Por exemplo, a cultura ao nível governamental, era uma simples Secretaria de Estado. A sede «regional» situava-se então em Coimbra sob a batuta de Maria Manuela Barata. Veio o governo do Senhor ENGENHEIRO António Guterres com o ideário da regionalização cultural e outras. Num exemplar esforço de descentralização surgiram com o Ministro Carrilho as delegações regionais do IPPAR sedeado em Castelo Branco e do rocambolesco IPA com sede na Covilhã. Distribuiu-se, assim, a gestão da do património por duas equipas cujo trabalho, parece-me, deverá ser, realisticamente, avaliado. A bem de todos, dos dirigentes, dos técnicos (alguns a recibo verde), das autarquias, das comunidades em geral, meus senhores, façam contas com a vossa ilustre memória funcional. Temos vindo a repetir (e toda a gente o diz à boca pequena) que a real (não a idealizada) situação actual do património de natureza arqueológico, construído ou monumental não é famosa. Dirão: Se cá não estivesse o IPA ou o IPPAR tudo estaria pior. Será mesmo assim? Pois bem. Eu como contribuinte pergunto: gostaria de ser informado o que é que andaram a fazer nestes anos todos. Já sei que lançaram obras de reabilitação, analisaram muitos projectos, deram muitas autorizações para prospecções arqueológicas, entreteram-se em congressos, mesas redondas e afins... E que mais? Falámos com muitas Câmaras e andamos de GPS na mão a relocalizar arqueossitíos (neste caso, alguns até foram alvo de georeferenciação no Verão e no Inverno…). Mas está tudo bem melhor é verdade. Mas sabem porquê? Porque a sociedade no seu todo também já está melhor. Agora que como beirão, me custa ver a minha região na subserviência operacional de Coimbra. Dirão também: Fica tudo na mesma. O mundo está cada vez mais pequeno e tudo está à distância de clic. Sim, sim. Voltemos à separata. Total dos Imóveis Classificados e respectivos graus de classificação- Castelo Branco: Monumentos Nacionais: 7;Imóveis de Interesse Público 48; Valor concelhio 6. Há mais classificados era só o que faltava se não. Mas basta dar uma volta pelas zonas envolventes dos que estavam classificados em 1993, para chegarmos hà triste constatação que a dita cuja presença e proximidade do IPPAR junto dos seus objectos se sentiu muito pouco ou nada. Quanto ao IPA … Por exemplo, essa da ‘doideira’ da georeferenciação e relocalização para engrossar currículos pessoais, entre outras, fica para outro dia.
Facto
COIMBRA-MAIS UM
INTERIOR-UM A MENOS.
MUDANÇAS ?

IPAAR mais IPA=IGESPAR= Menos uns "taxos" e mais centralismo
Nunca nos esquecemos da frase reproduzida no filme “o Leopardo” de Lucino Visconti :"As coisas precisam mudar para continuar as mesmas". Pois é.
Entretanto, o grande mister Bean que também é muito dado a estas coisas dos monumentos e das antiguidades, também resolveu mudar. Coincidências temporais…. Reparem só na expressão facial de mister Bean ao contemplar as ditas "mudanças"
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