25 de maio de 2007

 

Prepotências

Ontem fui à delegação regional do ex-IPPAR de Castelo Branco a tratar de assuntos relacionados com isenções fiscais de imóveis classificados e aproveitei para tentar falar com o Engº José Afonso. Como não estava referi o assunto a uma tècnica superior(?). O assunto era nem mais nem menos a minha preocupação com a segurança do espólio epigráfico de Idanha-a-Velha. Mal comecei a falar fui logo confrontado pela senhora que eu nada tinha a ver com o assunto, que falar no assunto só dava conhecimento aos eventuais ladrões e que as obras eram programadas e feitas por gente acima de toda suspeita, científica e de competência. Resultado, eu só tinha de calar e pronto.
Ao que chegou este país. Como é sabido as obras do IPPAR em Idanha-a-Velha podem ter muita coisa, mas uma não têm que é qualidade. Nenhuma das obras feitas foi acabada. Pediram responsabilidades às empresas que efectuaram os serviços? Se sim, estas fizeram orelhas moucas. Têm fiscalizado as obras que os particulares fazem clandestinamente em Idanha-a-Velha? Se sim, nunca vi nenhum processo no Ministério Público, e as obras vão sendo acabadas sem que eles façam nada.
Moral da história:
1- Eu tenho de me calar;
2- No ex-IPPAR nunca se enganam e nunca têm dúvidas, são uns iluminados;
3- Descobri que o mau da fita sou EU.

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Comments:
Em primeiro lugar trata-se de um arquitecto e não de um engenheiro, inscrito na ordem. Não comento a forma como foi atendido, mas como sabe em todas as repartições públicas existem livros de reclamações, que os utentes devem solicitar e usar, quando assim o entenderem. Preencheu o Livro de reclamações?
 
Interessante a resposta deste anónimo. Essa do engenheiro-arquitecto "inscrito na ordem" deve ser uma piada ao Sócrates. Cuidado.As paredes têm ouvidos e olhos. E o livro de reclamações à la carte que grande serviço à causa da defesa do património.
 
Dou a mão à palmatória. O Arquitécto José da Conceição Afonso que me desculpe.
 
Bem, essa o do livro de reclamações é para rir às gargalhadas. Neste país é assim, remetem-se as responsabilidades para um livro que repousa no mais profundo dos esquecimentos...
 
Qual quê! O livro de reclamações do IPPAR do arq. Afonso já se encontra patrimonilizado.É o livro em branco.
 
Afinal... o que se passa com o espólio epigráfico de Idanha-a-Velha?
 
Se eu o disser são capazes de não acreditar. Vejam "in loco".
 
O Livro de reclamações é visto, obrigatoriamente, pelos serviços inspectivos, que têm que investigar relativamente a cada reclamação. Se é livro em branco, por acaso é como os recibos verdes, que o não são, é amarelo é porque os utentes assim o querem e consideram. Poderá sedr por duas razões, ou por desconhecimento de direitos ou por considerar que o serviço não dá azo às ditas.
 
A ordem, com o pequeno, foi referida porque o Arquitecto citado é representante da mesma no Distrito, onde tem dinamizado várias actividades.
 
Infelizmente não é somente a Delegação do IPPAR de Castelo Branco que faz destas coisas. Conheço uma Delegação que para ser atentido tenho que ligar com o número suprimido.
 
Alguem que me responda como foi possivel remover do seu sitiu um cruzeiro centenar no largo da igreja em Idanha-a-Nova. IPAAR?? Qmas o que estes senhores fazem?? politica é o que é...
 
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