25 de janeiro de 2011

 

Os estragos já são visiveis na epigrafia romana da Civitas Igaeditanorum



 É bem visvel a acção dos musgos. Daquí a um ano nem letras se veêm. Ou será alguma técnica inovadora de preenchimento do espaço das letras?!
Aquí já falta alguma coisa. Será que houve alguma deslocação? Ou deslocalização?

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9 de setembro de 2010

 

Aras romanas descobertas próximo de Alcains

Só não compreendo a razão de só agora terem sido divulgadas. A propósito, na região não haverá pessoas capazes de estudar tais monumentos? É preciso irem chamar as sumidades nacionais?
Interesses...por certo da parte de alguém.

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9 de novembro de 2009

 

Mais uma inscrição pintada

Como, se calhar não tinham mais que fazer, resolveram pintar lápides em óptimo estado de conservação. No entanto votaram aos elementos mais de uma centena de epigrafes. Não dá para entender. Mas nem é para entender. Estamos perante sumidades que não aceitam qualquer contributo, estão acima do comum mortal. Mas são pagos com os nossos impostos. O que para nós deve ser considerada uma honra. Só neste país...

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8 de novembro de 2009

 

Epigrafia travestada


Sabem o que me faz recordar esta inscrição romana, toda "espintelrrada"?
Uma imagem religiosa saída de um péssimo restauro, pintada à moda...pimba. Amanhã farei um relato mais pormenorizado do que se passa e do que se passou no Arquivo epigráfico existente em Idanha-a-Velha, à data da sua inauguração.

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8 de agosto de 2008

 

Epigrafia militarizada

Aos elementos atmosféricos, ao vandalismo ou a algo ainda pior, eis a colecção epigráfica de Idanha-a-Velha. Será que esta gente não ganha juízo? Quanto a mim estão a abrir campo para que alguém ganhe umas coroas qualquer dia. É uma vergonha, não podemos desprezar a este ponto o património nacional. Em Setembro quando sair o corpus da epigrafia quase apostava em como já lá não estão todas, se calhar nem hoje já lá estarão. Para quando o inventário dos materiais de Idanha-a-Velha? Para quando a publicação de 15 anos de escavações? Para quando uma lista dos dinheiros que vieram para Idanha-a-Velha e onde foram gastos?

SIM, à mulher de César não é só preciso ser honesta é também preciso parecê-lo.






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4 de agosto de 2008

 

É urgente voltar a dignificar a antiga Sé egitaniense
















Maus tempos correm para os lados da Sé de Idanha-a-Velha. E tudo começa com uma tentativa de valorizar o monumento. Na altura substituiram o chão de granito por outro de madeira, puseram novas portas e esvaziaram o interior com o maior bem que a antiga basilica tinha, a epigrafia romana. Pois foi a maior colecção epigráfica portuguesa achada num só local foi desmembrada e retirada para um contentor e a maior parte foi atirada para dentro da cerca da familia Marrocos.
Hoje são bem visiveis os resultados dessa operação. O interior da Sé está nú e o pouco mobiliário que possui é uma estrutura gigantesca que serve para mudar as lâmpadas e um conjunto de biombos e cadeiras atirados para os cantos, para além de esfregonas, pás e vassouras. É nisto que está transformado o interior deste monumento, numa mera arrecadação. Os outros resultados visiveis desta última intervenção do IPPAR, pode também ver-se na qualidade (abaixo de zero) das novas portas. Ao lado da Sé a norte das ruínas perfiladas como de uma parada militar se tratasse 3 longas filas de inscrições romanas, aos elementos e à cobiça de muita gentinha. Isto ainda vai dar maus resultados, Deus queira que não, mas....

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6 de maio de 2008

 

Ao que chegou a pouca vergonha

Imaginem que um cidadão espanhol me ofereceu 500€, por uma inscrição romana de Idanha-a-Velha que tenho à minha guarda. Como lhe disse que não, ainda teve o descaramento de me deixar o contacto dele para o caso de mudar de ideias.
Imaginem que não era eu o possuidor da mesma, mas outro cidadão de Idanha-a-Velha. O resultado era menos uma inscrição no Corpus da epigrafia romana da autoria da Amiga Ana Marques de Sá, que teima em não sair. Aliás estou convencido que se forem a dar a volta a todas as epigrafes, algumas já não estarão presentes, tal a bandalheira a que foi votada a maior parte da colecção que se encontra ao ar livre, sujeita aos elementos, e à cobiça de muita gente.

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22 de março de 2007

 

Epigrafia romana em Alpedrinha

Nesta fotografia de 1959, do arquivo da DGEMN, está representada uma ara romana fragmentada. Pelo que consigo ler parece ser dedicada a Marte. Por acaso alguém tem conhecimento do paradeiro da mesma e da sua situação actual? Estará inédita?

Qualquer informação é bem vinda

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13 de março de 2007

 

A Sé do antigamente

Do tempo em que se podia ver e apreciar a epigrafia romana de Idanha-a-velha e arredores.
Foto da DGEMN

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O REGRESSO DE CRHYSEROS

Em princípios do século XX, Francisco Tavares Proença Júnior conseguiu adquirir para o então Museu Etnológico ao senhor António Trindade de Monsanto, uma pedra com letras já citada por Hübner (CIL 435), encontrada nos arredores de Monsanto da Beira. A acreditar nas palavras de Félix Alves Pereira, a pedra foi enviada para Lisboa. Mas, face aos factos, a pedra nunca deve ter chegado a Belém. A coisa caiu no esquecimento, apesar de continuar a ser amplamente citada nalguns trabalhos epigráficos. Quanto ao original tinha-se perdido o seu rasto irremediavelmente.
Passados algumas dezenas de anos, eis que a pedra aparece "por acaso" muito distante da sua região de achamento, mais concretamente na Quinta da Graciosa, freguesia de Arcos, concelho da Anadia. Graças ao olho clínico de Artur Côrte-Real ficamos a saber que estava a fazer de perna a uma mesa de jardim na quinta do senhor Marquês.
Como foi aí parar? Recordemo-nos que quando desapareceu já fazia parte das colecções do MNAE. Assim sendo porque a pedra não foi devolvida ao MNAE ou à colecção epigráfica de Idanha-a-Velha?
Desde que foi re-achada já lá vai mais de uma década; de que estarão à espera os responsáveis para reaver tal peça? Legalmente a inscrição pertence ao ESTADO desde pelo menos 1909. Então, porque é que continua em posse de particulares?

Leitura (seg. A. Corte-Real): IOVI / CRHYSE / ROS.IGA / DITANO / RVM LIB / V.L.A.S

Bibliografia

Corte Real, Artur – Um monumento ressuscitado: CIL 435, Materiais, Ano 1, 2ª série, nº 0, 1996, Castelo Branco, p. 53-55.

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