13 de março de 2007

 

A Sé do antigamente

Do tempo em que se podia ver e apreciar a epigrafia romana de Idanha-a-velha e arredores.
Foto da DGEMN

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Comments:
Digamos que era uma forma inapropriada de expor epigrafia. Nesta foto ainda se nota alguma ordem, mas noutras áreas do espaço era impossível chegar à leitura epigráfica. Não é esta a forma de exposição deste tipo de materiais.
 
Convido-o (e a todos os que visitam este blogue) a conhecer e a participar num novo projecto na área das novas tecnologias e da arqueologia.
O projecto tem o nome de Archeologica e trata-se de um website em formato wiki, de utilização livre...
Visite e obtenha mais informações aqui: http://ocaco.net/blog/?p=190 ou em http://archeologica.ocaco.net
 
Ver o projecto de recuperação da Igreja de Santiago:

http://montemaior.blogspot.com/

Património edificado arruinado está sempre a meio caminho para se transformar em património arqueológico.

Também concordo com o anterior comentador, sobre esta não ser a forma indicada para um museu epigráfico. Novas abordagens no resto do país têm mostrado ser mais proveitosas ao nível da conservação, divulgação e investigação.
 
Caros comentadores, estou bem ciente que esta não será a melhor forma de expôr lápides. Mas temos de ter em conta as condicionantes espaciais e lojisticas existentes em Idanha-a-Velha. De certeza que o modelo actual não será por certo o mais correcto, ou seja a colecção está dispersa e na maior parte não é sequer visitável. Está em condições péssimas ao sabor do tempo e em condições de segurança que deixam muito a desejar. Se desaparecer alguma a quem pedir responsabilidades. Não podem dizer que não os avisei insistentemente. Mas reparem eu na postagem disse "Do tempo em que se podia ver e apreciar a epigrafia romana de Idanha-a-velha e arredores.", não disse estudar. Podia não ser a melhor solução, mas que era agradavel à vista. lá isso era, e depois com um arranjo museográfico conseguir-se-ia fazer deste espaço um magnífico repositório da epigrafia romana da Egitânia. Como está na actualidade é que não.
 
Pois e caro Joaquim, mas ainda ha pessoas crem e algo e pior que nada!

Se aprendessem com as gentes do Fundao, provavelmente ja se teria encontrado uma solucao para as lapides, entretanto vamos esperando sentados para nao nos cansar-mos.

Um abraco do d'Algodres.
 
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