18 de fevereiro de 2011
Actas de Congresso apresentadas ontem
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29 de junho de 2010
Outro triste record albicastrense
O facto aquí relatado é um insulto para o conferêncista e uma vergonha para o Museu e para a cidade. Este é um triste record de assistência, ou melhor da falta dela, num evento organizado pelo Museu. Achei que assistirem sete pessoas à conferência do Luís Raposo era mau, muito mau, agora seis nesta ocasião deixa-me sem argumentos para explicar, ou tentar, uma coisa destas. Qualquer dia nenhum cientista quer vir a Castelo Branco proferir nenhuma conferência, pois corre o risco de ser tratado desta maneira.
Uma VERGONHA.
Eu cidadão português, natural de Castelo Branco, peço humildemente desculpa ao Artur e ao Luís por esta provação a que foram sujeitos.
A foto é do nosso Amigo Luís Norberto Lourenço.
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24 de junho de 2010
Conferência de Artur Corte-Real
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21 de abril de 2010
Conferência de Luís Raposo
O nosso Amigo Luís Raposo, ainda, Director do Museu Nacional de Arqueologia proferirá no próximo sábado dia 24 pelas 15 horas uma conferência no Museu Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco, subordinada ao tema “A transposição do solo de habitat de Vilas Ruivas para o Museu de Etiquetas: conferências, Luís Raposo, Museu Francisco Tavares Proença Júnior
30 de julho de 2009
O Museu Albicastrense em Blog
Não se trata, claro está, de modo algum de uma publicação oficial da instituição.
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16 de junho de 2009
Para a história do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior
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18 de março de 2009
Ainda há fantasmas?

(Recortes do Jornal Gazeta do Interior, nº 364 de 21 de Dezembro de 1995
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1 de abril de 2008
Entrevista a Aida Rechena

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18 de outubro de 2007
Visitantes


Veio, num órgão de comunicação, cá da região esta informação. Ainda que isto da vitalidade dos museus não deverá ser medida pela quantidade de visitantes, lamentamos essa realidade. Haverá, é claro, causas muito diversas para que tal aconteça. Desde logo a programação… Pela nossa parte, encaminhamos sempre o pessoal para lá ou não tivéssemos trabalhado nessa instituição tantos anos. Entretanto fazemos aqui um apelo para os amigos (contam-se por centenas) da instituição, principalmente os que se encontram organizados na prestimosa associação, que comecem a visitar o Museu, acompanhados sempre de um familiar pagante. Era uma grande ajuda para a estatística da instituição que amanhã inaugura uma interessante exposição de têxteis (cuecas, fatinhos, ceroulas, etc, etc) do passado, autêntico património do presente e do futuro que decerto levará, centenas de pessoas a ultrapassar o portão do velho palácio episcopal para contemplarem estas peças e as nossas maravilhosas colchas.
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17 de junho de 2007
Roteiro do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior: algumas impressões rápidas
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15 de junho de 2007
Roteiro do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior

Ainda vamos falar muito deste livro neste blog. Nos próximos dias haverá novidades.
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16 de abril de 2007
ONDE É QUE ANDARÁ A LÁPIDE FUNERÁRIA DO SOLDADO BRITÂNICO?


Na década de trinta do passado século encontrou-se algures na Freguesia de Sarzedas (Concelho de Castelo Branco) uma inscrição latina, em xisto. Em 1938 entraria para as colecções do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, de Castelo Branco, através de diligências do seu terceiro director, Tenente-Coronel Elias Garcia que assim salvaguardaria para o futuro, pensava, uma das fontes mais originais da História da Militar da região. O epitáfio Tomás Stewart, militar do Regimento 31 do Exército Inglês que morreu próximo de Castelo Branco no dia 19 de Agosto de 1810, com a idade de 20 anos (como se epigrafou) é uma peça epigráfica única na Beira.
Na década de sessenta Luís Pinto Garcia publicaria, na revista Estudos de Castelo Branco, o ensaio “Uma lápide funerária de um soldado britânico” difundindo-se esta originalidade epigráfica pelo País e pelo estrangeiro. O texto seria republicado em finais de setenta conjuntamente com outro da mesma autoria numa edição do Museu.
Aquando da direcção de Fernando de Almeida já com o Museu situado no antigo palácio episcopal, a lápide seria incluída na sua secção de epigrafia portuguesa. Anos depois, a notável inscrição fazia parte de um discurso pedagógico junto das escolas (sim que isto das pedagogias museológicas não é ‘invenção’ de hoje como alguns e algumas querem fazer crer). Nos tempos da direcção de António Salvado, assistimos (era funcionário da casa com muito orgulho) ao ‘aproveitamento’ da lápide em inúmeras visitas de estudo das escolas. E já agora, também as Invasões Francesas, principalmente a 1ª., mereceram a devida atenção por parte do então responsável máximo por esta instituição da cidade e da região. Tempos dirão. Pois, pois.
O Museu de Francisco Tavares Proença Júnior entraria durante a década de 90 em profundas obras de reabilitação e de redefinição do discurso expositivo. Foi infelizmente, a nosso ver, uma intervenção, castradora da história arquitectónica do monumento. Escusada. Por exemplo, destruíram-se painéis setecentistas dos azulejos…Nesta ‘revolução’ museográfica dominada pelos bordados e afins, a inscrição em causa foi transportada para o exterior do edifício. Encostada a um contentor do estaleiro, lá foi ficando sujeita aos rigores dos elementos e ao desprezo dos doutos técnicos. Alguns funcionários avisaram a direcção sobre os perigos que assolavam a inscrição. Mas nada. A drª. Clara Vaz Pinto queria lá saber de lápides. Se nem as romanas, quanto mais as britânicas… Até que, um dia, a coisa deu-se. Por descuido e por irresponsabilidade a lápide partiu-se em bocados. “Ai Jesus. E agora?”. Lá pegaram nos fragmentos, viajando a coisa até Conimbriga a fim de ser convenientemente restaurada. Até hoje.
Quando é que esta importante fonte da história das Invasões francesas regressará da sua forçada estancia coimbrã?
PS.- Na renovação dos anos oitentta, as linhas expositivas propostas pela direcção e pelos técnicos de então (algum ou outra por lá ainda anda) foram as seguintes:
| Exposição permanente |
Pois bem. Esta lápide poderia ter ‘colado’ muito bem às memórias do Bispado? Mas faltou (como falta?) o engenho e a acima de tudo a arte:- A arte de conhecer e de imaginar.
No blog O ALBICASTRENSE do nosso amigo Veríssimo Bispo este assunto será retomado
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