29 de junho de 2010

 

Outro triste record albicastrense

Há certas coisas que custam a acreditar, mesmo que ocorram em Castelo Branco. No passado sábado aconteceu uma conferência de Artur Corte-Real no Museu Tavares Proença, versando a sua actividade em Santa Clara-a-Velha (Coimbra) e Idanha-a-Velha. Parecia estarem reunidas condições para haver uma boa assistência, mas espanto dos espantos. Nem no Entroncamento, decerto. Á dita conferência estiveram presentes seis pessoas, sim, leu bem, seis estóicos assistentes. Onde estão os arqueólogos, historiadores e outros carolas destas coisas das histórias e das arqueologias? Onde andavam os "amigalhaços" do Museu? Por onde andava a comunidade egitaniense residente em Castelo Branco? Por onde andavam as associações de defesa do património? Por onde andavam as diferentes entidades oficiais? etc..
O facto aquí relatado é um insulto para o conferêncista e uma vergonha para o Museu e para a cidade. Este é um triste record de assistência, ou melhor da falta dela, num evento organizado pelo Museu. Achei que assistirem sete pessoas à conferência do Luís Raposo era mau, muito mau, agora seis nesta ocasião deixa-me sem argumentos para explicar, ou tentar, uma coisa destas. Qualquer dia nenhum cientista quer vir a Castelo Branco proferir nenhuma conferência, pois corre o risco de ser tratado desta maneira.
Uma VERGONHA.
Eu cidadão português, natural de Castelo Branco, peço humildemente desculpa ao Artur e ao Luís por esta provação a que foram sujeitos.
A foto é do nosso Amigo Luís Norberto Lourenço.

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24 de junho de 2010

 

Conferência de Artur Corte-Real

Realiza-se no próximo Sábado, dia 26 de Junho, pelas 15h00, uma conferência no Museu de Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco proferida pelo nosso velho Amigo Artur Corte Real, a quem Idanha–a-Velha e a Arqueologia tanto devem. A comunicação incidirá sobre a apresentação do Projecto de Valorização do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, tendo em conta a sua inserção urbana, que é a sua menina dos olhos e que já recebeu um prémio internacional. Comparar-se-á esta intervenção com o projecto desenvolvido em Idanha-a-Velha em que foi um dos coordenadores. Alias o Mestre Corte-Real tem uma casa na freguesia e é um dos nossos visitantes mais ilustres. Para quando uma conversa na freguesia? Só espero que tenha mais audiência que o Dr. Luís Raposo que apenas contou com sete assistentes. A iniciativa faz parte das comemorações do centenário do nosso Museu de Castelo Branco.

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