18 de fevereiro de 2011
Actas de Congresso apresentadas ontem
Etiquetas: Actas, Congresso Internacional de Arqueologia "Cem anos de investigação no interior Centro", Museu Francisco Tavares Proença Júnior
28 de abril de 2008
Os resultados do 118 - II

Caro leitor, saudações.
Folgo muito em que tenha consultado a nossa página e lhe tenha despertado interesse a minha notícia.
Como deve compreender, é de todo impossível acompanhar um congresso destes, ao longo de dois dias. E como fazemos habitualmente com outros congressos, seleccionamos um tema e é esse que acompanhamos.
Como também deve ter reparado, uma vez que suponho que tenha acompanhado a iniciativa de fio a pavio, a sessão de encerramento, onde se suponha que fossem apresentadas algumas conclusões, acabou por não se realizar.
Quanto à selecção do tema é sempre subjectiva a sua escolha. Neste caso, o que preponderou foi o facto de os resultados das escavações do castelo, ao fim de 30 anos, nunca terem sido apresentadas ao público. Foram-no desta vez. E é disso que damos nota. Se para o caro leitor isso não passa de uma imbecilidade, isso já é uma mera opinião.
Gratos pela atenção dispensada
Cristina Mota Saraiva
Da Srª. Jornalista do periódico albicastrense RECONQUISTA, Cristina Mota Saraiva acabamos de receber este comentário. Concordamos em parte com o exposto. Realmente é impossível jornalisticamente falando acompanhar os trabalhos de um congresso (nem os dos partidos) durante dois longos dias. Ainda por cima quando os organizadores resolveram não apresentar quaisquer conclusões e puseram-se a assinar um protocolo entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Museu de Castelo Branco. Tomar? Perguntarão? Sim. As dias instituições vão, então, cooperar. Mas, atenção, há uma certeza na História da nossa arqueologia: O arqueólogo Tavares Proença esteve em Leiria, em Porto de Mós, no Minho etc, etc. Agora em Tomar não! Já não é mau. Por outro lado a temática da conferência de encerramento também não interessou lá muito. Ainda por cima não estava lá ninguém da Câmara O Morão já tinha estado na abertura (prometeu defender sempre o Património esperemos que se estivesses a referir ao antigo e ao colectivo) e se fez representar por ninguém no encerramento. De maneira que a matéria jornalística ficou resumida a pouco. Vai daí e por se conhecer o Dr. João Ribeiro, ‘inventa-se ‘ que os resultados das tão evocadas e célebres escavações dos oitenta no Castelo de Castelo Branco nunca tinham sido apresentadas ao público. Quem enganou quem é a pergunta? Pois a verdade é que já tinham sido apresentadas sim, e em mais do que uma ocasião. Oralmente e por …escrito. (Com fotos a cores de cerâmicas islâmicas e tudo!) Há até uma relativamente recente edição de luxo da Câmara Municipal de Castelo Branco onde o Dr. João Ribeiro conjuntamente com outro investigador e a propósito do Jardim do Paço, apresentam os resultados das escavações castelãs. Vale a pena ler o texto para dar constância em que «estórias« é que assenta o saber de certos «estoriadores». A esta hora não sabemos bem porquê mas as nossas cabeças curvam-se perante a memória do Padre Anacleto Martins que sabia muito sobre o Castelo da nossa cidade e nunca fez …escavações nem sabia de cerâmicas, alfinetes, moedas etc, etc e não sofria da síndroma do quadrado 118.
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Os resultados do 118
Diversos especialistas abordaram inúmeros temas de interesse sobre a arqueologia regional e nacional. O Congresso Internacional que decorreu no Museu Francisco Tavares Proença Júnior cumpriu a profecia do próprio, que disse que um dia os sábios deste país se juntariam na cidade albicastrense.
Os ‘sábios do país’, e não só, reuniram-se na cidade albicastrense, para debater os "Cem anos de investigação arqueológica no Interior Centro". Um congresso internacional que decorreu entre 17 e 19 de Abril.
Continue a ler esta pérola do jornalismo cultural albicastrense
Por esta reportagem do Congresso Internacional de Arqueologia, propomos o prémio "Tecla 3" para a sua autora a nossa conhecida Cristina Mota Saraiva.
Pobre Congresso.... resultados do 118!!!!
Assim a nossa imprensa regional maltrata o Museu, O Congresso, A Sociedade dos Amigos, os congressistas e se maltrata a ela própria.
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15 de abril de 2008
Congresso a caminho
Já estamos em contagem decrescente para o congresso de……. Já estou em pulgas para rever velhos companheiros e camaradas de trabalho. Isto é que vai ser pôr a conversa em dia. Também uma palavra para os nossos mestres que por lá também vão aparecer.
Bom, como estarão recordados sempre expressei a minha indignação sobre a forma de “recrutamento” dos senhores comunicantes. Não percebi bem o critério. Desde logo há excepções. Há não licenciados a comunicar...Outros e outras foram…esquecidos: Exemplos? Olhem a Pilar Reis ou a Adalgisa, a Ana Sá, entre outras damas. Mas enfim as coisas são assim. Também e considerando que faltam 2 dias para o evento estranho ainda não ter recebido o programa definitivo. É que como paguei 50 (cinquenta euros) pensava que ou não será assim?
Desde logo, uma certeza:
TAVARES PROENÇA JÚNIOR E
A ARQUELOGIA DO DISTRICTO MERECEM MUITO MAIS E MELHOR
logo, que venham mais congressos, encontros e mesas-redondas.
4 Notas
1- Porque é que muita gente da “Plataforma” técnica cientifica não foi convidada a participar?
2- O Prof. Almagro vem cá precisamente a assinar o quê?
3- Tenho muita pena de já não beber vinho. Em Mação sempre houve um branco de estalo, segundo me disseram ao ouvido. Estão de parabéns os Amigos do Museu por organizarem estes momentos de grande comunhão e confraternização de turismo cultural onde se vão descobrindo os sabores das terras enquanto se contempla o seu património.
4- Qual foi a ideia de escolherem um inscrição funerária (o penedo da Capinha) para imagem de marca do evento? Se calhar é por alguém da organização pensar que arqueologia tratar de…Ai, ai.
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