16 de maio de 2010

 

Breve apontamento sobre a Festa de Idanha-a-Velha






















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6 de maio de 2010

 

Festa de Idanha-a-Velha 2010

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23 de maio de 2008

 

Festa de Maio




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13 de maio de 2008

 

Fados na Sé

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6 de maio de 2008

 

Idanha-a-Velha. Cartaz da Festa de Maio

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22 de maio de 2007

 

E a Festa de Maio chegou ao fim


Domingo foi o epílogo da festa anual de Idanha-a-Velha. Ao fim da manhã foi cumprido o calendário religioso, seguindo-se a tourada à vara larga e à noite a actuação de Quim Barreiros. Fechou o programa fogo de artíficio. O dia correu dentro da normalidade e houve muita gente à noite para assistir ao espectáculo. O fogo nada teve a ver com o dia anterior e embora fosse um pouco mais fraco do que nos anos anteriores, já amparou.
Foi escolhida nova Comissão de Festas para 2008, da qual faço parte.
Espero que tudo corra bem e que o tempo, para o ano, esteja como este ano, pelo menos.

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20 de maio de 2007

 

Festa de Idanha-a-Velha. Rescaldo da noite

Rancho de Midões a actuar em Castelo Branco há algum tempo

Nesta noite cálida de Maio constava do programa das festas o 1º Festival de folclore de Idanha-a-Velha, com a actuação dos seguintes grupos:

Rancho folclórico da freguesia de fráguas

Grupo Cultural da freguesia de Midões

Rancho Folclórico de Palheiras

Rancho Folclórico Sampaense

Grupo Folclórico de Açores - Miães

Adufeiras de Idanha-a-Nova



Os grupos actuaram para o pouco e desmotivado público presente, num palco embora amplo, triste e quase às escuras. Era óbvio e isso ficou provado que um evento deste género não era o mais indicado para a noite de sábado de uma festa. Os grupos mereciam mais respeito pelo seu trabalho e penso que levaram uma imagem não muito boa de Idanha-a-Velha

Para terminar a desgraça estava anunciado fogo de artifício, a cargo da pirotécnica Oleirense, mas este foi tão pobre e rápido, que as pessoas ainda se estavam a acomodar quando o mesmo acabou. A qualidade foi coisa que não se viu, embora a empresa tenha nome e pergaminhos, mas quem manda é a entidade contratante. As pessoas que resistiram a uma injecção de ranchice nesta noite para verem o fogo, habituadas a que sempre haja um bom espectáculo, igual ou parecido aos anos anteriores, desabafavam que era uma vergonha, e é. Penso que Idanha-a-Velha tem de se desculpar perante as pessoas que a visitarem por tão mau serviço. É mau demais para poder ser verdade, e vai ser tema de conversa amanhã, por certo. As Entidades Oficiais que se mostraram tanto ontem, tiveram a boa sorte de nem sequer cá estarem para assistir à pior noite de que há memória numa festa de Idanha-a-Velha.

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19 de maio de 2007

 

Espectáculo de Luísa Amaro



Gostei muito do espectáculo proporcionado por Luísa Amaro e seus acompanhantes, que ocorreu na Sé de Idanha-a-Velha e integrado nas festas anuais em honra de Nossa senhora da Conceição. Foi uma aliança entre vários sons instrumentais, conseguida de uma forma meteórica, também muito ajudados pela acústica do local, que acho das melhores. Quase que não precisavam de aparelhagem de suporte de som. Voltando à musica posso dizer que a mistura de sons foi tão bem concebida que num dos últimos números, comecei por estar a ouvir as notas da senhora do Almurtão, depois o concerto de Aranjuez, mas tudo ao mesmo tempo, foi algo que me deixou perplexo, pela sonoridade e por um certo vanguardismo.

Em relação à organização do evento e à boa maneira portuguesa, começou com uma hora de atraso. O que eu não esperaria era que a Sé estivesse de lotação esgotada, como estava, e que foi muito agradável de constatar.

Começou bem a festa.

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17 de maio de 2007

 

Cócegas Culturais




Anda por aí o cartaz do programa, que aqui reproduzimos, de animação das aldeias históricas situadas no nosso concelho, Monsanto da Beira e Idanha-a-Velha. As actividades de Monsanto já tiveram lugar. As previstas para Idanha-a-Velha serão este fim-de-semana. Bom. Comecemos. O que é isto do Programa de Animação das Aldeias Históricas? È uma treta oriunda dos responsáveis nacionais pelo dito cujo programa. Como há umas massas para, ainda, gastar originam-se umas coisitas de índole cultural. Os indígenas agradecem a benesse e a “oferta”. O que é preciso é animar a malta lá diz a canção do Zeca. Personalidade que, este ano, também foi domesticada na animação monsantina. Até andam para aí a apregoar a edificação da casa museu José Afonso em…Monsanto da Beira. A razão evocada também é sublime. O malogrado e saudoso Zeca terá comprado um pardieiro em ruínas na vetusta aldeia com a intenção de reedificar uma casota de refúgio mental. Por várias razões não fez. Vai ser agora. A Câmara vai apoiar a reconstrução da casa memorial afonsina realçando todas as ligações entre o compositor e o concelho, nomeadamente a sua versão da Senhora do Almortão… Enfim. Realmente domesticações, manipulações e aproveitamentos culturais é o que por cá tem mais abundado. È que as datas desses ditos programas culturais coincidem sempre com os dias das festas locais, há já tanto tempo instituídas. O que se comemora em Idanha-a-Velha é a Festa de Nossa Senhora da Conceição. Não a animação projectada pelos dos doutos planificadores. Reparem, por exemplo, como é que a procissão à Senhora se confunde com os passeios de burro, os tiros ao arco, as zarabatanas… Não é a mesma coisa sabem. O programa para Idanha-a-Velha é bom. Muito bom mesmo. Na sexta temos o espectáculo de Luísa Amaro e quem é a senhora? Luísa Amaro “Estudou Guitarra Clássica no Conservatório Nacional de Lisboa com o Prof. Lopes e Silva.

Em 1993 estudou em Barcelona, com a guitarrista Argentina, Maria Luísa Anido.

Em 1994 começou a tocar com o Mestre Carlos Paredes, que acompanhou em centenas de concertos por todo o mundo, interrompendo essa actividade em Dezembro de 1993.

Leccionou na Escola João de Deus em Lisboa (1989-1983) e frequentou em Castres, França, o curso Internacional de Guitarra com o guitarrista Argentino Roberto Aussel.

Desde 1996 que se dedica à guitarra Portuguesa e ao estudo como autodidacta, actividade que desenvolve em colaboração com João Bengala e João Courinha, com o objectivo de criar novas sonoridades e um novo repertório para este instrumento profundamente português.”

Os X Festival de Folclore das Adufeiras de Idanha, o teatro do Vàatão sobre o nosso rei Wamba também prometem. Não há rancho em Idanha-a-Velha, mas vai ser bonito ver os meus idosos vizinhos recordarem as suas musicalidades de antanho. Já espectáculo “ Clássicos para Crianças”, com o coro Belgais e o da Fundacion Caja Duero é que se destinará a que público? Acontece que em Idanha-a-Velha só há 3 crianças entre o 1 e os 15 anos numa população residente que não chega à centena de habitantes.

Mas está muito bem. O público virá de fora e não sejam ingratos a esta oferta animadora. Afinal já só faltam 363 dias para a animação dos burros e afins voltar à aldeia. È uma questão de ir esperando… em silêncio, em desertificado silêncio cultural.

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