18 de novembro de 2011
A propósito de torres e de castelos templários
Como as torres de pedra já foram há muito apeadas, parece terem optado por colocar torres de ferro, mais altas e com mais poder. Informativo, claro.
Em cima duas fotos das torres no castelo de Monsanto da Beira, a terceira mostra a selva de ferro do castelo de Castelo Branco. Ambos os castelos são templários.
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco, Castelo de Monsanto da Beira, Torres de telecomunicações
9 de julho de 2010
No castelo templário
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco, lixeiras, Templários
1 de fevereiro de 2010
Castelo Branco em Tese de Mestrado
Etiquetas: Carlos Boavida, Castelo de Castelo Branco, Teses de Mestrado
24 de junho de 2009
Memórias 2
22 de dezembro de 2008
Infelizmente a COISA continua...

O grande e nefasto paradigma arqueológico da cidade de Castelo Branco prossegue o seu ritmo de destruição ao arrepio de todas as leis. É cada vez mais caso para dizer: para que é que, efectivamente, servem os técnicos que estão anelados ao IGESPAR cá da região.
Na foto, que chegou, por via mail, são visíveis algumas coisas. A Coisa que justifica a destruição e a cama estratigráfica onde está a ser colocada. Realmente isto do património são coisinhas de nada, comparadas com o calendário eleitoral. Outra coisa: aquilo que lá está ao fundo é um antigo torreão da muralha quinhentista. Vejam lá bem. È só para lembrar, meus caros, técnicos do património e da cultura patrimonial, arqueológica e artística da Câmara Municipal de Castelo Branco, tão dados a, ultimamente, “descobrirem” muralhas.
Para ver mais destas LINDAS coisas DO TURISMO ARQUEOLÓGICO ALBICASTRENSE
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco, Destruição do património cultural albicastrense
22 de julho de 2008
Descobridores 2

Da investigação que estamos a realizar sobre o Castelo de Castelo Branco demos com este esquecido, claro, artigo de título “Castelo de Castelo Branco. Escavações de emergência revelam passado urbano albicastrense” publicado na já extinta revista Raia, número 25, que tinha por director o nosso companheiro raiano Pedro Rego da Silva. (Pedro à «tua» revista dedicarei em breve um post longo.) O artigo, de Ramos Esteves, noticia as escavações de emergência que aí tiveram lugar, oficialmente, orientadas pela nossa velha conhecida Drª Sílvia Moreira mas que contou com umas quantas ajudas.
A dado momento, no artigo, adivinhem lá quem é que disse: « acreditamos que a arqueologia do castelo de Castelo Branco terá ainda muitas coisas para mostrara e certamente nos reserva gratas surpresas nas investigações futuras. A zona histórica pode e deve torna-se num grande laboratório de história urbana, e nesta linha, a arqueologia não é mais do que um conjunto de processos para se reconhecer o passado. E mesmo se esse passado fosse de ontem, já seria objecto de investigação arqueológica. Mas nos domínios das fontes seguras ainda se sabe muito pouco. Repare encontrámos vários objectos de ferro como pregos, argolas, balanças. Serão produções locais’ Onde é que situariam os fornos? E as cerâmicas? Houve em Castelo branco uma rua e um Bairro dos Oleiros? E o que é que sabemos hoje desses quotidianos? Muito pouco ou quase nada. Por isso dizemos que a arqueologia desenterrará a memória. (…) a comummente chamada zona histórica de Castelo Branco tem sido alvo de destruições sistemáticas e de descaracterizações sucessivas. Esta realidade está atenuada, vontade da actual autarquia. O diagnóstico está feito mas os efeitos paliativos tardam. E ao nível da investigação histórica a mesma terá que resultar duma equipa transdisciplinar conjugando a escavação com a pesquisa do arquivo. As fontes materiais por si não reconstituem os quotidianos históricos na sua total dimensão.»
Pois é meu caro Amigo, já diz o outro - Isto de ter razão antes do tempo é muito complicado…O artigo tem data de Setembro de 2000!
Valerá a pena comparar as mensagens que o castelo produziu nestes últimos oito anos junto dos poderes, da Câmara ao antigo IPPAR. Não admitindo pessoalismos ( a minha cara amiga – a tal- que me desculpe) , não percebemos é como é que estas ideias e projectos foram completamente abandonados. Terá sido pela vertigem obrística? Como se sabe, a cidade AlbiPolis ficou, ao nível de arqueológico, completamente estéril! Fantástico! Os antigos albicastrenses, pelo sabido, só abandonaram pregos no Castelo e no adro detrás da Sé. Pregos santos, pregos santos. Que santinhos!
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco
17 de julho de 2008
Valazinhas
Mais umas. Apenas e só. São das pequeninas. Quando olhamos para isto há uma voz que ecoa:
Vá lá não sejam tão mauzinhos. Deixem o progresso avançar no castelo de Castelo Branco. Mais caquito, menos caquito o que interessa? Não percebem que é tudo a fingir. Que é uma mentira cultural, uma farsália arqueológica completa. Ingénuos. Muito arqueos e pouco lógicos. É a vida. A vidinha.
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco
16 de julho de 2008
A(o) Culpada(o)
Já se descobriu a responsável pela abertura das valas no castelo de Castelo Branco. É algo que assume os dois géneros, daí serem utilizados o artigo o e o artigo a. De salientar, igualmente, a sua contribuição para os fantásticos métodos da arqueologia de Castelo Branco, tendo ficado conhecida pelo já célebre, “Colherim arqueológico albicastrense” que ultimamente tem andado tão activo a descobrir muralhas.
Para mais informações clique aqui.Etiquetas: Castelo de Castelo Branco, Colherim Albicastrense
Á atenção de quem???
(Foto de Luís Norberto Lourenço)
As arqueologias protagonizadas e promovidas pela Câmara Municipal de Castelo Branco continuam a espantar pela sua incoerência. Agora é esta, a dualidade que é identificável na área do castelo de Castelo Branco.
Se de um lado temos as, tecnicamente, excelentes intervenções levadas a cabo pela empresa de arqueologia que está a “acompanhar” a empreitada de renovação do monumento, do outro deparamos com esta, triste situação.
São metros e metros de valas abertas pelas máquinas da Câmara sem nenhum respeito pelos estratos com evidente interesse arqueológico. Separam estas duas realidades escassos metros. A abertura destas valas teve acompanhamento? E se sim realizado por quem? È que deve ter sido por alguém que não deve possuir grandes conhecimentos destas coisas. Ou, quiçá, por uma pessoa muito dada a esquecimentos no terreno pois ficaram por recolher muitos e muitos …cacos, entre outras coisas
Enfim e agora? Mais uma reunião de trabalho, claro haviam de ser do quê turísticas não? Com o IGESPAR ? Um conselho: Mudem lá de óculos urgentemente a bem do património e das vossas colunas e cabecinhas. È que no afã de descobrirem muralhas á superfície como agora é moda, ainda caiem nas malditas valas.
PS- Estas valas situam-se ao lado do local onde, em 1990, se procedeu a investigações arqueológicas. Eram os bons tempos do IPA...
PS- O título desta posta justifica-se pelo seguinte Não sabemos a quem é que nos havemos de dirigir para “denunciar” esta curiosa situação da abertura de valas clandestinas: Ao arquitecto José Afonso? Ao Prof Doutor Cunha Ribeiro? E agora nos domínios da metafísica barata a Gualdim Paes? A D. Afonso Henriques? Viriato? A D. Duarte Nuno? Ainda que seja republicano? Respondam-me lá sff:
Quem é que manda no Património arqueológico de Castelo Branco?
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco
29 de abril de 2008
O quadrado 118


Recebi três pedidos de esclarecimento sobre o que é que afinal é o quadrado 118.
O quadrado 118 foi um dos que foi escavado durante as várias campanhas arqueológicas que tiveram lugar no castelo de Castelo Branco, superiormente orientadas pelo Dr. João Ribeiro. Já não víamos o Sr. Dr. João Ribeiro vai para alguns anos. Tivemos agora, durante o congresso internacional no Museu, ocasião de o voltar a ver e escutar. O nosso caro Dr. João Ribeiro está fisicamente na mesma. Os anos não passaram por ele. Ficamos foi algo surpreendidos quando constatámos que o discurso que ele tinha nos anos oitenta é hoje o mesmo. Que se terá passado? A arqueologia evoluiu e muito. Ou não terá sido assim? Para enquadramento retiramos da revista “Informação Arqueológica”, nº 5, editada em 1985 pelo então Instituto Português do Património Cultural, respigamos da página 64 esta imagem.
Quem é que quer descobrir o quadrado 118? Assinale com uma cruz, envie para o Blog que nós damos um prémio.
É um quadrado diferente dos outros. Foi um quadrado que chegou aos 17 (dezassete) metros de profundidade sem estratigrafia como o Dr. Ribeiro fez questão de lembrar aos presentes no Congresso. O 118 foi a sensação do evento. Sem dúvida. Porque não classificá-lo como monumento.
Sabemos que há jovens que ainda hoje têm pesadelos só de se lembrarem da descida do quadrado 118. Aquilo era o cabo dos trabalhos…arqueológicos.
Para os desatentos e mais bondosos, na região houve uma geração Tejo e uma geração monte de S. Martinho. Nunca houve uma geração do 118.
Quanto aos resultados obtidos nas escavações do adro da Igreja de Santa Maria do Castelo muito pouco se escreveu. Foi e é pena. Mas nem tudo é mau. Sabemos que os materiais das escavações estão a ser objecto de um estudo completo que os vão tirar do limbo cientifico. O autor é um aluno da nossa Amiga Professora Drª. Rosa Varela Gomes. Ficamos a aguardar o resultado.
Entretanto reproduzimos uma página da obra “Os jardins do Paço Episcopal de Castelo Branco», de autoria de João Ribeiro e de Leonel Azevedo, obra editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, em 2001 que resume algumas das conclusões cerâmológicas das campanhas de escavações levadas a cabo na área do 118.
Para os mais curiosos, nos nossos dias, o quadrado 118 está cheio de terra. OÓOOOÓOOH Mas o mistério continua. AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!
Foi feito para o quê e por quem? Talvez a licenciada em arqueologia, a nossa conhecida cara Drª. Silvía Moreira, da Câmara da minha cidade, queira dar aqui uma mãozinha na resolução deste assunto. Talvez isto dê alguma coisinha mais. Quiçá, quiçá, quiçá.
E um final no118.
Etiquetas: Castelo de Castelo Branco, Escavações arqueológicas, Quadrado 118


