29 de novembro de 2010

 

Segredos arqueológicos do Fundão

Imagem retirada daquí
No próximo dia 4 de Dezembro, realiza-se no Fundão , pelas 10 horas, o colóquio Os segredos do subsolo no Concelho do Fundão – seis anos de escavações arqueológicas (2003-2009). Neste encontro estarão reunidos alguns dos arqueólogos e arqueólogas que têm feito escavações no concelho. O local do encontro que, creio, já tinha estado marcado vai para alguns meses, não é no Museu arqueológico mas sim no Museu da Imprensa, situado no Casino Fundanense que visitámos há 31 anos. A entrada é livre.


O programa  é aliciante e vai haver comunicações de muito interesse mas infelizmente não vou poder estar e trocar impressões. Parabéns ao Museu arqueológico do Fundão por este momento de balanço sobre a arqueologia da Cova da Beira.




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28 de agosto de 2009

 

Arqueologia em Penamacor

Numa região em que parte do trabalho arqueológico é de por em causa por causas que vão desde a credebilidade das pessoas que os efectuam até às entidades que os promovem e subsequentemente querem manipular a seu belo prazer, é sempre uma lufada de "ar fresco" ouvir falar das escavações da Silvina Silvério, onde quer que as mesmas se efectuem. Ele são relatórios entregues a tempo e horas, são gente motivada, são resultados publicados, são exposições a publicitar os resultados. Bem diferente se passa por todo o resto do distrito, e nos exemplos que conheço há de tudo. Anos e anos de relatórios em atraso, escavações que dão resultados a pedido, materiais que teimam em não aparecer, até que desaparecem de todo, segredos, manipulações, etc, etc.
Posso escrever mal, não o duvido, e infelizmente já não tenho á "minha beira" o Dr. António Forte Salvado para me rever os textos, como o fazia há trinta anos. Mas não será isso que me fará estar calado e sempre que for necessário atacar as situações e as pessoas que entender dever fazer, assim como louvar e dar graças à existência de pessoas que promovem e dignificam a arqueologia como é o caso da Silvina Silvério. Infelizmente nem sequer a conheço pessoalmente. Mas conheço o trabalho dela o que é mais importante. Coragem Silvina e muitos parabéns pelo teu trabalho.

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24 de agosto de 2009

 

Escavações arqueológicas em Idanha-a-Velha

Estão a decorrer já há alguns dias, sondagens arqueológicas no Chão dos Cardos, no local onde iram nascer as novas instalações do Centro de Dia e Apoio Domiciliário. Pelos vistos está para breve o início das obras. Esperamos nós.

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21 de julho de 2009

 

Escavações arqueológicas em Idanha-a-Velha


Começaram ontem as escavações na parte mais elevada de Idanha-a-Velha, no local onde se situava o forum romano. O arqueólogo responsável é mais uma vez o Prof. da Universidade de Coimbra, Pedro Carvalho, que irá dirigir os trabalhos até meados de Agosto. Tem a ajuda de vários estudantes da mesma Universidade, alguns deles já repetentes de campanhas anteriores.
Desejamos que corra tudo da melhor forma possível e se for necessária alguma ajuda da nossa parte, estaremos sempre disponíveis.

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16 de julho de 2009

 

Escavações arqueológicas



Vai haver escavações arqueológicas de 1 a 30 de Setembro na Capinha, mais concretamente junto à antiga capela de S. Pedro, segundo nos informa a Archport. Tal acção será coordenada por Constança Santos e Elisa Albuquerque, que pedem voluntários para a mesma. Quem tiver tempo livre aproveite, dado a importância do arqueossítio e das novidades que têm vindo a reportar nos últimos anos. Ver o artigo das arqueólogas na adenda 15 da Almadan, online.

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24 de junho de 2009

 

Memórias 2

Arquivo ERR@

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29 de abril de 2008

 

O quadrado 118











Recebi três pedidos de esclarecimento sobre o que é que afinal é o quadrado 118.

O quadrado 118 foi um dos que foi escavado durante as várias campanhas arqueológicas que tiveram lugar no castelo de Castelo Branco, superiormente orientadas pelo Dr. João Ribeiro. Já não víamos o Sr. Dr. João Ribeiro vai para alguns anos. Tivemos agora, durante o congresso internacional no Museu, ocasião de o voltar a ver e escutar. O nosso caro Dr. João Ribeiro está fisicamente na mesma. Os anos não passaram por ele. Ficamos foi algo surpreendidos quando constatámos que o discurso que ele tinha nos anos oitenta é hoje o mesmo. Que se terá passado? A arqueologia evoluiu e muito. Ou não terá sido assim? Para enquadramento retiramos da revista “Informação Arqueológica”, nº 5, editada em 1985 pelo então Instituto Português do Património Cultural, respigamos da página 64 esta imagem.

Quem é que quer descobrir o quadrado 118? Assinale com uma cruz, envie para o Blog que nós damos um prémio.



É um quadrado diferente dos outros. Foi um quadrado que chegou aos 17 (dezassete) metros de profundidade sem estratigrafia como o Dr. Ribeiro fez questão de lembrar aos presentes no Congresso. O 118 foi a sensação do evento. Sem dúvida. Porque não classificá-lo como monumento.

Sabemos que há jovens que ainda hoje têm pesadelos só de se lembrarem da descida do quadrado 118. Aquilo era o cabo dos trabalhos…arqueológicos.

Para os desatentos e mais bondosos, na região houve uma geração Tejo e uma geração monte de S. Martinho. Nunca houve uma geração do 118.

Quanto aos resultados obtidos nas escavações do adro da Igreja de Santa Maria do Castelo muito pouco se escreveu. Foi e é pena. Mas nem tudo é mau. Sabemos que os materiais das escavações estão a ser objecto de um estudo completo que os vão tirar do limbo cientifico. O autor é um aluno da nossa Amiga Professora Drª. Rosa Varela Gomes. Ficamos a aguardar o resultado.

Entretanto reproduzimos uma página da obra “Os jardins do Paço Episcopal de Castelo Branco», de autoria de João Ribeiro e de Leonel Azevedo, obra editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, em 2001 que resume algumas das conclusões cerâmológicas das campanhas de escavações levadas a cabo na área do 118.

Para os mais curiosos, nos nossos dias, o quadrado 118 está cheio de terra. OÓOOOÓOOH Mas o mistério continua. AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!

Foi feito para o quê e por quem? Talvez a licenciada em arqueologia, a nossa conhecida cara Drª. Silvía Moreira, da Câmara da minha cidade, queira dar aqui uma mãozinha na resolução deste assunto. Talvez isto dê alguma coisinha mais. Quiçá, quiçá, quiçá.

E um final no118.

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23 de julho de 2007

 

Este ano há escavações no Castelo


Estão a decorrer escavações arqueológicas nas cercanias da torre de menagem templária de Idanha-a-Velha. Esta acção patrocinada pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, tem por responsável científico Pedro C. Carvalho, docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Comanda uma equipe de 8 pessoas, estudantes do curso de arqueologia da referida Universidade, estando prevista a duração dos trabalhos até dia 4 de Agosto.
Em boa hora esta acção, que só peca por tardia e tímida. Daqui desejamos um bom trabalho e bons achados.

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28 de maio de 2007

 

"Sabe o que são escavações arqueológicas?"



Neste fim de semana deliciei-me a ver um video sobre arqueologia, em que havia muitas imagens de Idanha-a-Velha. Este pequeno programa feito pela RTP em princípios dos anos 70 do século passado, creio que o director era o Ruy Ferrão, deixou-me bem disposto, assim como esclareceu algumas dúvidas minhas sobre as intervenções antigas em Idanha-a-Velha. Foi cicerone o responsável cientifico da altura , o Prof. Fernando de Almeida. Foi teatralizado o início de uma escavação e as várias fases de campo. O programa tinha o título de "Sabe o que são escavações arqueológicas?"
Na altura não se faziam quadrados nem se cotava nada. Os trabalhadores começavam a (es)cavar quase onde lhes dava a gana, sem qualquer preocupação. Os instrumentos mostrados eram apenas as picaretas e as pás. A acção mais fina passava-se nos crivos para onde eram mandadas ir as meninas e os estudantes, mais sensibilizados para essas tarefas. Havia prémios de produtividade, isto é, quem achasse as melhores peças ganhava os melhores prémios monetários. As ossadas eram retiradas na hora. Desenhos e perfis, o que era isso?
Com esta metodologia posso assegurar que foram destruídas mais coisas e mais informação do que a recolhida. Nessa altura já ninguém usava técnicas brutas destas, mas Idanha-a-Velha já na altura estava parada no tempo, desde o tempo dos reis visigóticos.

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