29 de novembro de 2010
Segredos arqueológicos do Fundão
Etiquetas: Colóquios, Escavações arqueológicas, Museu Arqueológico Municipal José Monteiro do Fundão
28 de agosto de 2009
Arqueologia em Penamacor
Posso escrever mal, não o duvido, e infelizmente já não tenho á "minha beira" o Dr. António Forte Salvado para me rever os textos, como o fazia há trinta anos. Mas não será isso que me fará estar calado e sempre que for necessário atacar as situações e as pessoas que entender dever fazer, assim como louvar e dar graças à existência de pessoas que promovem e dignificam a arqueologia como é o caso da Silvina Silvério. Infelizmente nem sequer a conheço pessoalmente. Mas conheço o trabalho dela o que é mais importante. Coragem Silvina e muitos parabéns pelo teu trabalho.
Etiquetas: Escavações arqueológicas, Penamacor, Silvina Silvério
24 de agosto de 2009
Escavações arqueológicas em Idanha-a-Velha
Etiquetas: Chão dos Cardos, Escavações arqueológicas, Idanha-a-Velha
21 de julho de 2009
Escavações arqueológicas em Idanha-a-Velha

Desejamos que corra tudo da melhor forma possível e se for necessária alguma ajuda da nossa parte, estaremos sempre disponíveis.
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16 de julho de 2009
Escavações arqueológicas

Vai haver escavações arqueológicas de 1 a 30 de Setembro na Capinha, mais concretamente junto à antiga capela de S. Pedro, segundo nos informa a Archport. Tal acção será coordenada por Constança Santos e Elisa Albuquerque, que pedem voluntários para a mesma. Quem tiver tempo livre aproveite, dado a importância do arqueossítio e das novidades que têm vindo a reportar nos últimos anos. Ver o artigo das arqueólogas na adenda 15 da Almadan, online.
Etiquetas: Escavações arqueológicas, S. Pedro da Capinha
24 de junho de 2009
Memórias 2
29 de abril de 2008
O quadrado 118


Recebi três pedidos de esclarecimento sobre o que é que afinal é o quadrado 118.
O quadrado 118 foi um dos que foi escavado durante as várias campanhas arqueológicas que tiveram lugar no castelo de Castelo Branco, superiormente orientadas pelo Dr. João Ribeiro. Já não víamos o Sr. Dr. João Ribeiro vai para alguns anos. Tivemos agora, durante o congresso internacional no Museu, ocasião de o voltar a ver e escutar. O nosso caro Dr. João Ribeiro está fisicamente na mesma. Os anos não passaram por ele. Ficamos foi algo surpreendidos quando constatámos que o discurso que ele tinha nos anos oitenta é hoje o mesmo. Que se terá passado? A arqueologia evoluiu e muito. Ou não terá sido assim? Para enquadramento retiramos da revista “Informação Arqueológica”, nº 5, editada em 1985 pelo então Instituto Português do Património Cultural, respigamos da página 64 esta imagem.
Quem é que quer descobrir o quadrado 118? Assinale com uma cruz, envie para o Blog que nós damos um prémio.
É um quadrado diferente dos outros. Foi um quadrado que chegou aos 17 (dezassete) metros de profundidade sem estratigrafia como o Dr. Ribeiro fez questão de lembrar aos presentes no Congresso. O 118 foi a sensação do evento. Sem dúvida. Porque não classificá-lo como monumento.
Sabemos que há jovens que ainda hoje têm pesadelos só de se lembrarem da descida do quadrado 118. Aquilo era o cabo dos trabalhos…arqueológicos.
Para os desatentos e mais bondosos, na região houve uma geração Tejo e uma geração monte de S. Martinho. Nunca houve uma geração do 118.
Quanto aos resultados obtidos nas escavações do adro da Igreja de Santa Maria do Castelo muito pouco se escreveu. Foi e é pena. Mas nem tudo é mau. Sabemos que os materiais das escavações estão a ser objecto de um estudo completo que os vão tirar do limbo cientifico. O autor é um aluno da nossa Amiga Professora Drª. Rosa Varela Gomes. Ficamos a aguardar o resultado.
Entretanto reproduzimos uma página da obra “Os jardins do Paço Episcopal de Castelo Branco», de autoria de João Ribeiro e de Leonel Azevedo, obra editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, em 2001 que resume algumas das conclusões cerâmológicas das campanhas de escavações levadas a cabo na área do 118.
Para os mais curiosos, nos nossos dias, o quadrado 118 está cheio de terra. OÓOOOÓOOH Mas o mistério continua. AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!
Foi feito para o quê e por quem? Talvez a licenciada em arqueologia, a nossa conhecida cara Drª. Silvía Moreira, da Câmara da minha cidade, queira dar aqui uma mãozinha na resolução deste assunto. Talvez isto dê alguma coisinha mais. Quiçá, quiçá, quiçá.
E um final no118.
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23 de julho de 2007
Este ano há escavações no Castelo

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28 de maio de 2007
"Sabe o que são escavações arqueológicas?"

Neste fim de semana deliciei-me a ver um video sobre arqueologia, em que havia muitas imagens de Idanha-a-Velha. Este pequeno programa feito pela RTP em princípios dos anos 70 do século passado, creio que o director era o Ruy Ferrão, deixou-me bem disposto, assim como esclareceu algumas dúvidas minhas sobre as intervenções antigas em Idanha-a-Velha. Foi cicerone o responsável cientifico da altura , o Prof. Fernando de Almeida. Foi teatralizado o início de uma escavação e as várias fases de campo. O programa tinha o título de "Sabe o que são escavações arqueológicas?"
Com esta metodologia posso assegurar que foram destruídas mais coisas e mais informação do que a recolhida. Nessa altura já ninguém usava técnicas brutas destas, mas Idanha-a-Velha já na altura estava parada no tempo, desde o tempo dos reis visigóticos.
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