9 de janeiro de 2011

 

Arqueologia submarina na Egitânia




Sempre que chove copiosamente como tem acontecido nos últimos dois anos as ruínas romanas que se situam por baixo do pavilhão epigráfico enchem-se de água. Esta água tem vindo a degradar o estuque das paredes das ruínas, sem que nada tenha sido feita para acautelar tal situação. O sistema de evacuação de águas pluviais, se é que existe, não está a funcionar e no local nem uma simples bomba está colocada para retiarar os líquidos. Cremos que se trata de incúria, a juntar a outras situações que teimam em não serem resolvidas. Mas nos palheiros de S. Dâmaso está um aparelho de ar condicionado a trabalhar meses a fio. Não se compreende esta dualidade de critérios. Entretanto as ruínas vão-se degradando (estas submersas), mas também o cemitério romano-visigótico, as ruínas postas à vista pelas recentes escavações do castelo, para não falar do balneário que está votado ao mais fundamentalista abandono já há muitos anos.
Acção é precisa, basta de invocar as dificuldades económicas. Os meios humanos estão no terreno a descansar e as chefias infermam por falta de visão, preguiça e imaginação.

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30 de julho de 2010

 

Atentado em Monsanto da Beira



Uma vergonha nacional.

Cumpre-se ou não se cumpre a Lei?

É Património Classificado ou não?

Organizem-se.

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7 de julho de 2010

 

Necrópole romano-visigótica da Egitânia mete nojo






Palavras para quê!

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17 de maio de 2010

 

Degradação a ritmo acelerado




Tem-se assistido nos últimos tempos à degradação do património edificado de Idanha-a-Velha, sem que nada se tenha feito para, atempadamente, o travar. São paredes caídas, telhados no chão, lixo, barracas de lata, etc. Isto está bonito, está!!!!

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8 de outubro de 2007

 

Atentado contra a ponte romana de Segura

A Associação de Amigos da Via da Prata, sediada em Zamora, denunciou no diário Hoy que se está cometendo um crime contra o património cultural luso-espanhol, nas obras de recuperação da ponte romana, internacional, de Segura. Segundo o que se pode ver estão cobrindo com cimento armado várias fiadas dos pilares e talhamares da referida ponte.
Não sei o que pensar. Será que as autoridades que zelam pelo património sabem disto? O que é feito do IGESPAR do IPPAR ou sei lá do quê?????
Será que as autarquias sabem do que se está a passar?
O que se está a passar para haver tanto silêncio?
Estarei a ter um sonho mau?

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19 de março de 2007

 

Castelo de Castelo Branco

Esta foto da DGEMN, é o melhor exemplo acabado da malvadez e vandalização por que já passou o castelo albicastrense.
Para ver, admirar e meditar, pois novos atentados se estão a apróximar, infelizmente

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7 de março de 2007

 

Paisagem su-real


Por estas terras do interior, somos confrontados amiúde com situações que se não revelassem o estado de civismo do povo português, davam para rir. Neste "fim do mundo", todo o indivíduo tem a mania que é arquitécto ou então julga-se com direitos sobre a área pública das nossas ruas. Assim encontramos as coisas mais incriveis acantonadas nas nossas estreitas ruas, em alguns casos, autênticas lixeiras. Mas o que faz o poder autarquico? Nada, e quando pensam em fazer alguma coisa, são logo desencorajados, pela ideia de que no ano seguinte ou no outro haverá eleições e se puserem alguém na linha, possivelmente são uns votos que se perdem para os contrários. Isto para explicar que ninguém se atreve a dizer nada a ninguém e assim o pessoal até pensa que tem direitos adquiridos sobre as "atestadas".
O exemplo que mostro hoje, alia o ilegal ao burlesco. O ilegal porque não é permitido haver tanques de lavar nas ruas públicas, afinal já toda a gente até já tem água ao domicilio e máquinas de lavar automáticas, mas os velhos hábitos mantêm-se e tirar aquele mamarracho dali requer coragem que os nossos edis recusam a tomar. O burlesco é o aparelho de ar condicionado, desmesurado espetado na parede de uma casa que até é uma capela. É um acto de insensibilidade a todos os níveis, pois estou certo que o aparelho teria outro local, menos agressivo, para ser colocado. Mas qual quê, deve ter sido no primeiro lugar onde pensaram e de certeza, naquele em que é pedido menos esforço aos montadores.
Olhando melhor, o que será que ainda aí podia ser colocado? Para deleite das insensibilidades...

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