9 de janeiro de 2011

 

Arqueologia submarina na Egitânia




Sempre que chove copiosamente como tem acontecido nos últimos dois anos as ruínas romanas que se situam por baixo do pavilhão epigráfico enchem-se de água. Esta água tem vindo a degradar o estuque das paredes das ruínas, sem que nada tenha sido feita para acautelar tal situação. O sistema de evacuação de águas pluviais, se é que existe, não está a funcionar e no local nem uma simples bomba está colocada para retiarar os líquidos. Cremos que se trata de incúria, a juntar a outras situações que teimam em não serem resolvidas. Mas nos palheiros de S. Dâmaso está um aparelho de ar condicionado a trabalhar meses a fio. Não se compreende esta dualidade de critérios. Entretanto as ruínas vão-se degradando (estas submersas), mas também o cemitério romano-visigótico, as ruínas postas à vista pelas recentes escavações do castelo, para não falar do balneário que está votado ao mais fundamentalista abandono já há muitos anos.
Acção é precisa, basta de invocar as dificuldades económicas. Os meios humanos estão no terreno a descansar e as chefias infermam por falta de visão, preguiça e imaginação.

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