18 de julho de 2008
Dar voz às vozes
Muito mas mesmo muito pertinentes estes “Curtos-circuitos pela cidade” de autoria de Manuel Costa Alves. Vale a pena ler com muita, muita atenção, este que saiu no último número do semanário Reconquista.
Por exemplo, e transcrevemos: «A cidade abre novos e importantes horizontes ao conhecimento do seu passado. Será necessário conseguir ir mais profundo escavando o passado pré-medieval e consolidando a pesquisa sobre a história posterior e a sua divulgação. Sobretudo garantir a continuidade do projecto que, por estar datado, não permite que todas as potencialidades sejam reveladas.» E esta? Afinal há mais vozes na ilha que são a favor da continuidade destas escavações e da emergência de um projecto sério e participado depois daqueles falhados desenvolvidos perlo Polis para o futuro da História e da Arqueologia de Castelo Branco. Fico contente por saber que os meus bons Amigos Pedro Salvado e Manuel Leitão, o primeiro defendeu a ideia com unhas e dentes no último congresso no Museu, não estão sozinhos. Sabemos que há mais gente com grande qualidade científica e académica disposta a colaborar nesta missão, só que… bom …pois…problemas…pois… é…é melhor…O melhor é estarmos caladinhos os tachos…as delegações…os museus…Os curto-circuitos! Os curto-circuitos não é meu caro e estimado Dr. Manuel Costa Alves.
Etiquetas: Crónicas, Manuel Costa Alves
13 de junho de 2008
Palavras para quê???
Saiu no Reconquista, jornal de Castelo Branco, a habitual crónica do Dr. Costa Alves, conceituado meteorologista e ilustre albicastrense. Quem não se lembra dele quando nos entrava pela casa adentro explicando os centros, as altas e as baixas pressões. Pois Costa Alves agora anda em cima do furacão da cidade e das superfícies frontais do betão que hoje se fazem e que os agentes atmosféricos logo desfazem como, por exemplo, as obras do túnel da Senhora da Piedade. Críticas e irónicas estas palavras são um direito de qualquer cidadão. Ter opinião é um direito e um dever de civilidade. Só para pessoas mesquinhas é que quem ousa criticar é visto como um alvo a bater ou como uma má pessoa e mau cidadão. Perguntamos. Quem é que gosta da estátua da Devesa e do respectivo lago? Deve haver alguém não duvidamos. Pena é que não se manifeste. A obra apareceu de repente? Caiu do céu qual meteorito? É um exemplo do progresso? Parabéns ao Dr. Costa Alves por esta crónica que editamos e muitas felicidades para as escritas e para a sua cidadania. E proteja-se dos coléricos raios e trovões de Zeus. Céu limpo. Etiquetas: Castelo Branco, Manuel Costa Alves
4 de maio de 2007
A lucidez de Costa Alves
Retirado do jornal semanal Reconquista. Mais palavras para quê?Etiquetas: Castelo Branco, Manuel Costa Alves
