1 de fevereiro de 2008

 

Publicação sobre a igreja matriz do Fundão


Foi publicada em Novembro do ano passado uma publicação da autoria de João Mendes Rosa, versando a igreja matriz de S. Martinho do Fundão. Trata-se de um texto muito bem escrito, bem estruturado evidenciando as capacidades de bom investigador do nosso Amigo João Rosa.
Está pois o autor de parabéns, assim como os editores da obra, neste caso, a Câmara Municipal do Fundão e a Paróquia de S. Martinho do Fundão.

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13 de setembro de 2007

 

Uma nova pedra túmular no Fundão


Ao levantarem o soalho da Igreja Matriz do Fundão, quase ao cimo da coxia, descobriram uma elegante e bonita lápide funerária, pertencente a Ana Leopoldina da Fonseca Esteves, datado de 1870. Parece tratar-se de uma personagem caridosa e cheia de virtudes, para além de ser virgem, tendo morrido com 38 anos. O estranho é o facto de ser proibido o enterramento no interior de templos desde 1935 e aparecer este monumento datado de 1870, 35 anos para lá da poibição. Alguma razão haverá para que tal aconteça.
A lápide ostenta grande beleza, e vai ficar à vista com um vidro a proteger.

D. ANNA LEOPOLDINA XAVIER
[D]A FONSECA ESTEVES
HIC JACET
FUI VIRGO SEMPER CASTA
PRUDENS PAUPERTATI CONDULENS
ET OMNIBUS VIRTUTIBUS
EXORNATA
NONO CALENDAS OCTOBRIS ANNO
DOMINI MDCCCLXX

AETATIS SUAE XXXVIII IN COELUM
E VOLAVIT

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10 de setembro de 2007

 

Sábado estive no Fundão


Este sábado foi todo ele passado na cidade do Fundão. A razão foi o casamento dos Amigos Beta e Miguel.
O casamento foi efectuado pelo pároco de Idanha-a-Velha, Adelino Lourenço, na capela de S. Francisco na cidade da Cova da Beira. É uma capela muito interessante, mas já muito remexida. A destacar as talhas douradas em mau estado e uma interessante inscrição tumular do século XVIII, escrita em cursivo, situada na capela-mor do lado direito. Exterior bem cuidado e refrescante. Perto está o Museu Arqueológico que eu bem tentei visitar mas deparei com as portas fechadas e não vislumbrei por lado algum um horário das visitas. Enfim fiquei frustado, mas a visita fica para a próxima.
Os comes e bebes do casamento foram no explendido Hotel Alambique, de que fiquei fã.

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8 de março de 2007

 

O machado do Fundão. E dura; E dura...



Iniciada a 25 de janeiro de 2007, a “estória” do machado de bronze do Fundão está longe de ter o seu terminus, adqurindo uma feição cada vez mais risível e de espanto. O seu legítimo(?) proprietário e achador, o sr. Joaquim Pires Pantaleão vem agora no Jornal do Fundão dizer de sua justiça. Como se pode ler, fala não só de roubos e de aparecimentos, mentiras e expulsões, como faz referencias a instituições desde a Faculdade de Letras do Porto à Guarda Nacional Republicana. O seu filho que deve ser o Julio, também tem comentado aqui no blog, escrevendo o que lhe vai na alma e denunciando todo um conjunto de situações menos claras com acusações a terceiros. Que esta 'estória' começa a cheirar mal, começa. Num dos seus comentários, o Sr. Julio anunciou a saída do machado de território nacional para os Estados Unidos. A ser verdade, é incrível pelo caricato da situação. Um dos países mais controleiros do mundo que vive o dia a dia sempre com medo de atentados deixa passar um machado (é uma arma) de bronze pela fronteira.É obra. Qual ALCAIDA qual quê! O
George W. Bush que se cuide com esta terrível ameaça lusitânica vinda do Castelejo, Beira Baixa, Portugal.

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