2 de outubro de 2009

 

Mail a alertar para certas «coincidências»



Caro amigo Baptista:

Estava eu a folhear uma publicação que recentemente me passou pelas mãos e deparo-me com isto, o núcleo epigráfico de Idanha-a-velha se não é parece um clone da sala de epigrafia do museu arqueológico do Fundão, será coincidência, será que os técnicos de Idanha foram auxiliados pelos técnicos do Fundão. Uma coisa é certa as cores, o grafismo e a apresentação são bastante semelhantes. Meus senhores e senhoras haja originalidade naquilo que se faz, copiar é feio, copiar do vizinho é muito feio.

Amigo Baptista fica este alerta, uma vez que falo da sua terra gostava que procurasse saber, se assim o entender, o que se passou na cabeça dessa gente que gastam do nosso dinheiro e nem são capazes de inovar.

Aquele abraço,

José Beira

P.S.: Continue a escrever no blog que nós por cá continuaremos a ler.

Chegou este mail alertando para esta situação. Eu sinceramente creio que não há qualquer plágio, mas deixo ao "entender" dos leitores esta leitura do José da Beira. As cores estão manipuladas no caso da Idanha.

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19 de maio de 2009

 

Eburobriga 5


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12 de maio de 2009

 

Dia Internacional dos Museus no Museu Arqueológico José Monteiro no Fundão

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17 de dezembro de 2008

 

Parabéns ao Museu do Fundão


Conforme podemos ler no Diário XXI, o Museu do Fundão foi galardoado com uma menção honrosa pela Associação Portuguesa de Museologia, prémio este, segundo a nossa opinião, de todo o merecimento. Dou pois os parabéns ao seu director João Mendes Rosa e ao Presidente da Autarquia Manuel Frexes por acreditar no projecto.
Um local a visitar pelo Natal, aquí deixo a proposta.

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10 de setembro de 2007

 

Sábado estive no Fundão


Este sábado foi todo ele passado na cidade do Fundão. A razão foi o casamento dos Amigos Beta e Miguel.
O casamento foi efectuado pelo pároco de Idanha-a-Velha, Adelino Lourenço, na capela de S. Francisco na cidade da Cova da Beira. É uma capela muito interessante, mas já muito remexida. A destacar as talhas douradas em mau estado e uma interessante inscrição tumular do século XVIII, escrita em cursivo, situada na capela-mor do lado direito. Exterior bem cuidado e refrescante. Perto está o Museu Arqueológico que eu bem tentei visitar mas deparei com as portas fechadas e não vislumbrei por lado algum um horário das visitas. Enfim fiquei frustado, mas a visita fica para a próxima.
Os comes e bebes do casamento foram no explendido Hotel Alambique, de que fiquei fã.

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22 de junho de 2007

 

Catálogo do Museu Arqueológico Municipal do Fundão

Chegou às minhas mãos, somente há algumas horas, o catálogo do Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, do Fundão. Trata-se de um documento deliciosamente ilustrado com fotos e desenhos didácticos, aliado ao texto escrito por altos especialistas das fainas arqueológicas.
Possui pois a colaboração de Amilcar Guerra, Ángel Esparza, António Martinho Baptista, Carlos Tavares da Silva, Cruces Blásquez, Enrique Ariño, Fernando Patrício Curado, Jesus Liz Giral, Joana Bizarro, João Mendes Rosa, Jorge Alarcão, José d'Encarnação, Julián Bécares Pérez, Luís Raposo, Manuel Salinas de Frias, Pedro C. Carvalho, Raquel Vilaça e Socorro López Plaza.
Uma publicação a ter em boa conta.

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13 de junho de 2007

 

O Expresso da Lusitânia: Homo sapiens neanderthalensis?

A passada revista Actual do tão culturalmente correcto e bem informado jornal Expresso dedica uma reportagem de fundo ao sempre, cientificamente, delicado e tão mitificado assunto das nossas raízes lusitânicas. O assunto não é novo. Tem alimentado rios e rios de tinta desde o século XIX até hoje. Aqui mesmo neste blog já o referimos com uma série de posts sobre a figura de Viriato, que na reportagem do Expresso é classificado como: “O Primeiro Guerreiro”. Antes dele não houve guerreiros…Ora o que, como beirões, mais nos chamou a atenção foi o facto de ter sido a partir do novo Museu Arqueológico do Fundão através de uma entrevista ao Dr. João Mendes Rosa, director deste museu, que o senhor jornalista Mário Robalo resolveu construir a sua peça. O assunto é complementado por uma entrevista de fundo ao Prof. Jorge de Alarcão e por uma análise ao badalado livro do Prof. Pastor Muñoz Viriato. Ficámos contentes pela lembrança jornalística. Afinal não é todos os dias que um jornal da capital, logo o Expresso, se interessa pelos museus da província sejam os de arqueologia ou os de outra coisa qualquer. Mas há que ter algum cuidado nestas coisas da comunicação. E não me parece que tenha havido muito. Escreve Mário Robalo que «o Museu do Fundão recupera a identidade dos lusitanos e revela-nos o seu território, reacendendo o debate à volta da mitologia deste povo», posição que é corroborada pelo director quando este diz que no Fundão existe «porventura das melhores colecções da Península Ibérica sobre a Lusitânia». Ainda que não goste muito de classificações de melhores ou de piores, não duvido que assim seja. Qual exposição de ‘Ulisses a Viriato’ que esteve patente ao público há alguns anos no museu Nacional de Arqueologia, qual quê. Isso, realmente, já não existe. Mas quanto a essa de o museu nos contar «a história da Lusitânia, desde o Paleolítico até à romanização» é que não podemos deixar passar. Desde o Paleolítico!? Mas face a isto entendi a razão da escolha da imagem da reportagem A NAÇÃO DOS LUSITANOS para a capa da revista que reproduz uma fotografia de uma das salas do Museu do Fundão. É uma daquelas recriações clássicas e banais associadas à Pré-História: um homem sozinho, musculoso e cabeludo a talhar um artefacto. As partes pudentes estão cobertas pela tradicional pele. A imagem da capa é completada pela presença na composição de um conjunto de artefactos líticos. Acheulenses ou mais tardios? Para o caso não interessa. Também entre, pelo menos, 29.000 anos a. C ou 194.a C é mais milénio menos milénio. Não sabia é que já se tinha assumido e musealisado segundo o Expresso, o “Viriato” Neandertal?

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15 de março de 2007

 

O Machado do Fundão....

Pensamos que o estranho e, pelo lido tão complexo, folhetim do já célebre machado do Fundão está terminado. Com a resposta – que supra colocámos- do director do Museu do Fundão Dr. João Mendes Rosa à carta do electricista da Câmara Municipal do Fundão, Joaquim Pantaleão publicada na última edição do Jornal do Fundão, dá-se por finda uma das ‘estórias’ mais rocambolescas relacionada com património regional de natureza arqueológica. Cruzando todas as informações disponíveis (refiro-me não só ás peças jornalísticas como aos vários comentários editados neste blog pelo filho de uma das partes do conflito, o senhor Júlio Pantaleão), o que é que se pode depreender do assunto? Que houve empréstimo do artefacto para estudo; que o sr. Pantaleão não sabia o que era um machado de dupla argola datável da Idade do Bronze; que o Dr. João Mendes Rosa sabe, fez o desenho do mesmo emprestou-o ao sr. Pantaleão que o utilizou indevidamente na sua carta; que o machado viajou, pela mão do Prof. DoutorArmando Coelho até ao Porto, para ser analisado; que o sr. Pantaleão passava a vida a saber de novas do seu machado; que o machado veio do Porto por correio e foi roubado do Museu durante a sua montagem por alguém que aí se introduziu; que foi publicado no Jornal do Fundão, e também publicitado por Pilar Reis na Archport, um anuncio anónimo com o título “Perdeu-se” com um telemóvel de contacto; que o sr. Pantaleão queria receber mil euros por mês pela exposição do machado; que o director do Museu se indignou com a proposta; que o proprietário foi informado do roubo e não acreditou que o machado tivesse sido roubado; que o machado foi recuperado pela GNR pois estava nas mãos de um indivíduo que o director do Museu não conhece; que o ladrão já prestou declarações e que o caso foi remetido para o MP; que, e segundo a versão do filho o machado “foi encontado por uma uma senhora num jardim da cidade do Fundao (jardim das Tilias) embrulhado numa folha a qual o entregou a Gnr”; que o sr. Pantaleão se colocou de joelhos diante do director do Museu pedindo perdão pelo erro; que o machado foi entregue ao seu achador pelo Dr. Rosa; que o machado viajou para os Estados Unidos levado pelo filho do sr. Pantaleão; etc, etc, etc. Enfim, mais palavras para quê?

Faço aqui um sentido apelo ao filho do sr. Pantaleão: Reconsidere a posição que tomou e, numa das suas próximas visitas a Portugal, ofereça o machado ao Museu da sua terra. Sem rancores ou vinganças faça isso pelo bem do património cultural nacional. Sabe, as pessoas passam e as instituições ficam. Não se esqueça disto. E vai ser um rodopio. Do Castelejo, do Fundão e do País todos poderão por fim admirar o tão exageradamente “mediatizado” e “personalizado” artefacto arqueológico regional: um simples machado de dupla argola.

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22 de fevereiro de 2007

 

Museu Arqueológico do Fundão



No próximo domingo será inaugurado o Museu Arqueológico Municipal José Monteiro no Fundão. Na cerimónia será apresentado o número 4 da revista EBVRÓBRIGA.

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16 de fevereiro de 2007

 

Ainda a história do machado de bronze do Fundão

Da caixa dos comentários retiro o último comentário, por o que lá está exposto ser muito grave. Há graves acusações, histórias mal contadas e culminam com a saída do país do dito machado da Idade do Bronze, nas boas. Tudo isto é muito grave e um esclarecimento impõe-se.

Julio disse:

e facto um filme daqueles tipo a fuga dos paraliticos para o deserto.
Na verdade o Fundao ainda nem musem tem pois nada passa de um projectod e rapa tacho existe apenas um instituto e a idea de fazer esse museu, mas os atrefactos foram-se reunindo para fazer um museu e segundo me informei o Dr Joao Rosas parece ser arqueologo, mas daqueles peritos em perder coisas de valor historico como um tal de um livro, mas...
O fato è k o machado s eencontra comigo aqui na california pois meu pai com o medo de alguem lhe roubar o machado aproveitou a viagem de um primo meu ao nosso Saudoso Portugal para lhe enviar o machado por isso esta agora seguro.
MAs voltando ao caso do machado de onde n saimos ainda o processo disciplinar esta em andamento na camara municipal do fundao, nao sei ainda onde isto ira parar, mas eu mantenho o pessoao informado da histiria de um poeta pobre que confiou o machado a um esperto que lhe tentou passar a perna com faro de arqueologo ou de vilao va-se la saber.
Com tudo isto fico a pensar que raio se precisa de saber para se ser director de algo de um museu, perder uns anos num curso conhecer umas pessoas e nao passar de um ...

6:25 AM

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