13 de julho de 2007
Uma situação que pode dar catástrofe




Pensamos, e muita gente pensa, que estamos perante um caso sério em que a segurança e a saúde das pessoas está ameaçada. Há que fazer alguma coisa. Já falamos várias vezes com a Junta, mas esta escusa-se, por detrás do argumento que se trata de uma propriedade particular. Como último recurso, aqui ponho esta situação, na esperança de que algo seja feito. Se por acaso, Deus queira que não, houver um incêndio neste local, o que não é dificil de acontecer, pois há aí combustivel com fartura, estamos em crer que todas as casas em volta seriam atingidas, pois os bombeiros levariam vinte minutos cá a chegar, tempo suficiente para o incendio se propagar a todas as casas em volta. A estrutura de madeira dessas mesmas casas é também um factor de risco a acrescentar. Seria uma tragédia! Mas estamos a tempo de a evitar. Limpe-se este "câncro", não me importa quem o faça, pois quem o fizer terá prestado um bom serviço ao Povo de Idanha-a-Velha.
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25 de maio de 2007
À ATENÇÃO DA SENHORA DRª. DO IPPAR DE CASTELO BRANCO PARA CONHECIMENTO DO SR. ARQUITECTO AFONSO

Não conhecia de lado nenhum a simpática Drª. do IPPAR de Castelo Branco. Ontem tive essa oportunidade. Como já aqui escrevi não apreciei muito as respostas e as soluções. Face aos assuntos que lhe expus, afirmou logo que não tinha nada a ver com o assunto! Pois fica a saber que tenho cara Drª. Depois, veio o esquisito comentário da formação do senhor arquitecto Afonso e da solução do Livro de reclamações. Obrigado mas não. Por aqui, ainda conhecemos, ao contrário de tanto técnico do Estado, o valor das palavras inscritas no nosso livro comum a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
CAP. III
DIREITOS E DEVERES CULTURAIS
Artigo 77º
- Todos têm direito à fruição cultural, bem como o DEVER de preservar, defender e valorizar o património cultural.
Valerá a pena também ler o nº 2 deste artigo. Pois é Drª. Quando lhe “roubei” o seu precioso tempo afinal o que fiz foi um dever de cidadão. Apenas isso. E, já agora, perguntar-lhe: essa da quase proibição em se falar das coisas que estão menos bem no nosso património cultural comum pois isso atrai os ladrões é indicação superior do MC, veio do Ministério Público ou criação pela experiência própria?
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