25 de maio de 2007
À ATENÇÃO DA SENHORA DRª. DO IPPAR DE CASTELO BRANCO PARA CONHECIMENTO DO SR. ARQUITECTO AFONSO

Não conhecia de lado nenhum a simpática Drª. do IPPAR de Castelo Branco. Ontem tive essa oportunidade. Como já aqui escrevi não apreciei muito as respostas e as soluções. Face aos assuntos que lhe expus, afirmou logo que não tinha nada a ver com o assunto! Pois fica a saber que tenho cara Drª. Depois, veio o esquisito comentário da formação do senhor arquitecto Afonso e da solução do Livro de reclamações. Obrigado mas não. Por aqui, ainda conhecemos, ao contrário de tanto técnico do Estado, o valor das palavras inscritas no nosso livro comum a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
CAP. III
DIREITOS E DEVERES CULTURAIS
Artigo 77º
- Todos têm direito à fruição cultural, bem como o DEVER de preservar, defender e valorizar o património cultural.
Valerá a pena também ler o nº 2 deste artigo. Pois é Drª. Quando lhe “roubei” o seu precioso tempo afinal o que fiz foi um dever de cidadão. Apenas isso. E, já agora, perguntar-lhe: essa da quase proibição em se falar das coisas que estão menos bem no nosso património cultural comum pois isso atrai os ladrões é indicação superior do MC, veio do Ministério Público ou criação pela experiência própria?
Etiquetas: Cidadania
Claro que algumas das peças, que estavam mesmo à mão de semear, acabaram por desaparecer. Só então se tomaram as medidas preventivas que tinham sido inicialmente recomendadas.
Moral da história: As peças desapareceram. Como arqueólogo e como cidadão fiquei com a consciência tranquila, pois fiz todos os possíveis para o evitar.
Não desanimes Joaquim. Como bem disseste, cumpriste a tua obrigação como cidadão português. Seria bom que muitos dos que são pagos exclusivamente para defender o nosso património comum tivessem o mesmo empenho e brio.
Vivam os novos Tecnocratas do Património. Entaõ é lá agora alguma coisa consigo, ó Joaquim?!!!
Essa agora. Meta-se na sua vida, que para o património Fica quem sabe...ou não...como é o caso...
Um grande abraço de solidariedae e que este comentário seja um forte puxão de orelhas á Dra do Ex-IPPAR.
de arqueologia no quintal, sem terem de explicar a sua origem, ou posse. -Se calhar essa senhora é uma delas.
Boa Noite e saude.
Deixo estas questão dos pseudo-responsáveis do chamado livro de reclamações para um forum acerca das liberdades reais. Sim, porque liberdade é palavra oca e vazia para os conteúdos fascistas das razões absolutas.
Outro assunto, como lhe comuniquei, fez-se com muito esforço, um seminário acerca da cultura pastoril na aldeia do Rosmaninhal, com os melhores comunicadores internacionais e mais uma vez ninguém apareceu destas lides criticas, tenho imensa pena! tenho mesmo imensa pena! porque quando se formaliza um local para o confronto saudável de ideias ninguém aparece! depois critica-se e torna-se a criticar...mas continuamos na escala na idiotice cobarde de que sabemos tudo, temos a solução para tudo e não precisamos de ninguém para nada. formulas mágicas ningém têm, mas ideias mágicas toda a gente pode ter!
Joaquim, isto não é uma critica destrutiva, mas sim uma critica construtiva para este mundo destrutivamente idiota...
um abraço
Uma boa semana amigo Joaquim.
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