2 de outubro de 2009

 

Mail a alertar para certas «coincidências»



Caro amigo Baptista:

Estava eu a folhear uma publicação que recentemente me passou pelas mãos e deparo-me com isto, o núcleo epigráfico de Idanha-a-velha se não é parece um clone da sala de epigrafia do museu arqueológico do Fundão, será coincidência, será que os técnicos de Idanha foram auxiliados pelos técnicos do Fundão. Uma coisa é certa as cores, o grafismo e a apresentação são bastante semelhantes. Meus senhores e senhoras haja originalidade naquilo que se faz, copiar é feio, copiar do vizinho é muito feio.

Amigo Baptista fica este alerta, uma vez que falo da sua terra gostava que procurasse saber, se assim o entender, o que se passou na cabeça dessa gente que gastam do nosso dinheiro e nem são capazes de inovar.

Aquele abraço,

José Beira

P.S.: Continue a escrever no blog que nós por cá continuaremos a ler.

Chegou este mail alertando para esta situação. Eu sinceramente creio que não há qualquer plágio, mas deixo ao "entender" dos leitores esta leitura do José da Beira. As cores estão manipuladas no caso da Idanha.

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Comments:
Não terá sido o contrário?
 
Olá Joaquim!

Mas que raio de comparação estão a fazer? Como tu sabes e toda a gente tb sabe que existe equipamento especifico para os museus. Não sei porque é que se faz esta comparação. Quantas Bibliotecas tem o mesmo equipamento igual à Biblioteca do Fundão?
Expliquem......

Um Abraço.
 
Ridículo...Mais uma vez...
 
Acho q o Sr António explicou perfeitamente, mais um post sem pés nem cabeça
 
O museu arqueológico do Fundão é único na Europásia, mais os Estados Unidos da América do Norte.
Isto foi um autêntico roubo de propriedade intelectual que terá que ser assumido por quem o fez.
 
Caro Joaquim:
Coincidencias podem ser mas sao desculpadas, creio eu!

Ja agora desculpe a ausencia, tenho lido mas nao tem havido muito tempo para escrever.

Se passar no meu blogue: http://aquidalgodres.blogspot.com
na entrada de 18 de Junho, vera mais uma razao para nao haver actualizacoes mais frequentes.

Um abraco de amizade dalgodrense.
 
Caro Joaquim:
No seguimento das desculpas de “Al Cardoso” fazemos também um comentário extra post:

Ficámos agradavelmente surpreendidos pelo seu aparecimento no nosso blogue e é com toda a satisfação que o temos como nosso leitor. Apesar de termos estado estes dois anos fora da blogosfera, sempre fomos espreitando este seu blog amigo e não podemos deixar de louvar o seu esforço em defesa do património cultural e das nossas tradições.

Um grande bem-haja e força para a sua demanda.

Cumprimentos
Carlos Jorge
Orlindo Jorge
 
E o facto de ambas as colecções conterem epígrafes romanas não terá parecido suspeito? :)
 
Nada que o fantasma museal no resolva
 
Quem não tem nada para dizer, diz o que lhe apetece.
Eu tambem nada tenho para dizer, apeteceu-me escrever isto!
Ahh! Mas agora apetece-me(tipo GF).
Pois! Além da "coincidência" não tentou saber o porquê?. - Porquê?
Vá lá !! também estou curioso.
 
Um fantasma curioso?
 
Amigo Batista: Convenhamos que entre um e outro discurso expositivo há semelhanças flagrantes... Lamento que, tendo a Idanha a capitalidade do acervo arqueológico romano tenha perdido terreno para... o Fundão. Convenhamos, aqui entre nós idanhenses, que o Fundão marca pontos na Arqueologia e Museologia...E ninguém os vai parar...Nós perdemos demasiado tempo a olhar para os nossos umbigos!
 
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