11 de dezembro de 2007

 

Ai os livrinhos

Recorte do Jornal Reconquista de 6 de Dezembro


Primeiro estranha-se, depois entranha-se é o que apetece dizer a propósito de todas as questões técnicas e mais algumas… que a dita cuja, nova biblioteca albicastrense tem sido alvo. A coisa começou pelos blogs para já estar na imprensa regional. Sabemos que o estado e o risível da questão já são comentados em algumas universidades. Devem ter sido os estagiários-quais malditos dirão os incultos e medíocres defensores do caricato da situação. Não, não foram. A questão vê-se e sente-se. Só quem não percebe nada de bibliotecas e que acha que a de Castelo Branco é uma boa biblioteca. Nem suficiente. È mais uma das originalidades culturais do actual executivo que ultimamente têm ocupada a nossa cidade. A filosofia é esta: COMO É TUDO PAROLO. TUDO SERVE. Um túnel, uma Biblioteca, umas piscinas, ou uma variante é tudo o mesmo! Não é NÂO.

Esta passagem sobre fundo azul, não é da minha autoria. Trata-se de um apontamento de uma minha Amiga "alentejana" que pediu anonimato. O seu a seu dono

Afinal o que é que novo? O edifício? O pessoal ou os problemas? Estes últimos não! São já bem antigos, não do tempo de D. Afonso Henriques, conhecemos muito bem o jardim zoológico dito bibliófilo da Câmara de Castelo Branco mas vá lá, velhinhos… quanto ao pessoal há caras e risinhos novos…Mas é tudo muito muito educado ou não estivesse sedeada no novel edifício o Pelouro da Educação. Um mimo. Um mimo. Em Castelo Branco o que há não é uma biblioteca . É sim uma espécie de …

Senhor Presidente, Senhora vereadora ( respectivos assessores e assessoras qualificados) e os livros? Alguém pensa neles?

PARA VER E PENSAR: http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/2007/08/impresses-da-nova-biblioteca-municipal.html

http://republicalaica.blogspot.com/

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Comments:
Em primeiro lugar quem tem que saber identificar a rede WI-FI é o proprietário do computador e não o bibliotecário, como se dá a entender. O serviço, neste caso a Biblioteca, indica a existência de rede WI-Fi e informa se a rede está protegida ou não e no primeiro caso indica a descodificação da protecção. Em segundo lugar, não é só com uma visita que se tiram estas conclusões, porque presumo existir um livro de reclamações e uma caixa para sugestões. Importa saber se há ou não seguimento, relativamente a cada uma delas. Não sei qual é o software que utilizam na Biblioteca para pesquisa e se têm ou não um módulo de circulação e empréstimo. Se tiverem um software de pesquisa, quem deve fazer a pesquisa é o utilizador e não um funcionário. Depois da pesquisa, se a Biblioteca não funciona em open space, então sim dá-se a referência do documento que pretende consultar. Quanto ao DVD, o que é um facto é que o utilizador acabou por trazer o DVD e certamente que a burocracia com que se defrontou, na 1ª vez, será eliminada nas próximas, porque já terá cartão. O caricato, nesta notícia é que o seu autor identifica uma série de ineficiências, do lado organizacional e não é capaz de identificar as ineficiências da sua posição de utilizador encartado de Bibliotecas. Dentre delas ressalto, nabice na identificação e acesso à rede WI-FI e iliteracia no domínio da pesquisa bibliográfica.e a que pode acrescentar o defeito de criticar por criticar, sem reflectir. Hay gobierno, soy contra... O PS tem a câmara e fez uma grande obra, construindo de raíz uma excelente Biblioteca, deita-se abaixo a organização.....
 
CARO ASP-
É sempre um prazer tê-lo por aqui. Mas, e uma vez, mais… O ASP sabe como está a situação técnica da “nova” biblioteca. Imagino que sim. Concordo que a biblioteca é um edifício muito bonito, com luz e com uma arquitectura inovadora. A escada rolante foi um toque diferente. Afinal não havia ainda por cá essa inovação. Mas o hábito não faz o monge…Quanto ao extraordinários conhecimentos informáticos que afirma possuir, o ASP não quererá vir até cá ao interior dar (a pagar claro) uma formação destas coisas? Proponha que verá que ia ter público. Quanto ao resto como o
defeito de criticar por criticar, sem reflectir. Ai, ai os 48 anos de ditadura. Ai o medo de existir não é ASP? A frase:

Hay gobierno, soy contra... (sem comentários) mas aproveite http://www.lobbushop.com.br/-camisetas_masculinas-hay_gobierno_soy_contra-1017-6801-humoremcaixa.com.br.html

Quanto ao PS (o ASP cai sempre aqui) Meu caro não sou do PS mas tenho muitos amigos que são do PS e que me dizem sempre: “Há muito mais PS do que isto e estes…» Diz o ASP «O PS tem a câmara e fez uma grande obra, construindo de raíz uma excelente Biblioteca, deita-se abaixo a organização.....» Sabe ASP, como é que se mandou abaixo aquilo que não existe? Neste caso: ORGANIZAÇÃO. Pense nisso. Mais neste caso (como em tantas outras que foram construídas na minha cidade) a questão não é de quem manda ou de quem quer claro o melhor para o seu município. Não. É de quem não sabe fazer bem e nem deixa fazer as coisas bem porque não sabe fazer e não admite isso.

PS- Já agora a obra não foi da Câmara foi do Programa Pólis. Quanto à imagem da torre. A sua ausência foi de propósito para criar mais “suspance”. Nas séries de mistérios e do sobrenatural o que conta é a ilusão. Ilusões arquitectónicas e outras que eram o que alguns pintores seiscentistas e setecentistas faziam nas suas obras como um Professor meu conhecido me fez questão de responder em carta privada. Admitindo toda a liberdade de imaginação do Arq. Afonso, pensava que o antigo Jornal do Incrível (lembram-se) já tinha acabado vai para muito tempo e como hoje a análise da arte tem outras regras. Ou não?
 
Onde é que eu digo que tenho muitos conhecimentos informáticos? O que digo e reafirmo é o utilizador do computador, em qualquer espaço, que tem que saber aceder às redes WI-FI e não o bibliotecário ou qualquer funcionário. Estes, fornecem a informação quanto à designação da rede e aos códigos de acesso, de acordo com a protecção, ou não, existente. Tenho o meu público assegurado, na minha actividade profissional, não preciso, nem quero, alargá-lo. Contudo, gratuitamente, poderei fazer formação, sobre redes WI-FI, em calendário e data a fixar, num momento em que esteja na Beira Interior. Mas, não precisam da minha ajuda, têm recursos humanos mais do que preparados na região. Em Salvador têm dois jovens que lançaram a experiência de oferta gratuita, a toda a população, de rede WI-FI. Pode procurar na NET informação sobre essa actividade. Esses jovens são ou foram alunos do Politécnico de Castelo Branco. Na Capinha têm uma experiência tecnicamente mais avançada. Nas escolas da região, certamente encontrarão situações de utilização de redes WI-FI, particularmente nos Centros de Recursos, já que existe há muito a implementação dessas redes nos Politécnicos e Universidades e agora estão a ser criadas nas escolas secundárias. Mas, quem precisa de formação não são os bibliotecários ou funcionários,mas sim os utilizadores clientes, alunos, Encarregados de Educação e outros utilizadores. Será para mim um prazer mostrar-lhe como é que no concreto isso funciona no meu local de trabalho. Estamos já na fase em que os jovens utilizam o acesso WIFI via telemóveis e play Station (PSP). Mesmo existindo várias redes WI-FI, com acessos diversificados, reprogramam os seus equipamentos para cada um dos locais em que se encontram.Quanto à Arte, se tem fotografias das pinturas porque é que não as publica e deixa ao público a capacidade de comentar e criticar? Sobre o PS, não comento, porque já conhece, de posts anteriores, a minha posição.
 
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