30 de agosto de 2011

 

Património cultural da Egitânia. Mais lenha para a fogueira

Perante a incredibilidade de alguns visitantes, deixo mais umas imagens "encantadoras" da Egitânia. Duas delas, as primeiras, são das ruínas do balneário. Estão impregnadas de lixo e silvas e as imagens não me deixam mentir. As últimas imagens são do quintal existente a escassos metros da Catedral e do Lagar de Varas. É um amontoado de silvados a que se junta lixo a rodos. Que dizer disto? Que já existem à muitoooooos anos, à laia de desculpa, como se isso tivesse desculpa?




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E não haverá por aí, nessa bela terra da Civitas Igaeditanorum, alguém que em vez de só criticar, possa “meter” mãos à obra? E o que fez o Senhor Baptista, quando secretário da Junta, para que fosse resolvido o problema?
Como diz o velhinho ditado popular “É fácil falar, o difícil é fazer”. Até porque a coisa mais difícil do mundo é conhecermo-nos a nós mesmos, e o mais fácil é falar mal dos outros.
 
Caro Anónimo é muito fácil falar quando não se está a par das questões. Na minha breve passagem pela Junta de Freguesia sempre estive com as mãos atadas. As minhas ideias para por alguma ordem na freguesia não agradavam nem aos meus colegas de Junta nem á oposição. A balda reinante está tão entranhada que é muito dificil mudar alguma coisa. Nem queira saber quantas angustias por querer fazer a não ter com quê. Quando vi que não conseguia fazer o que a minha consciência ditava só tive a honestidade de pedir e demissão e os honorários que me eram devidos oferteios ao Centro de Dia.
Saúde
 
Caro amigo Joaquim
Não gosto de meter a foice em ceara alheia, mas como a nossa amizade já vem de há mais de 30 anos, não resisto à tentação de tecer aqui umas breves considerações.
Pelo que conheço do Quim, se nada fez quando da sua passagem pela JF, foi certamente porque oportunidades não lhe foram dadas. Por vezes, fazer parte de uma Instituição, não é sinónimo de poder. E no que toca a questões de preservação do património, o que vemos por este Portugal fora, são “velhos do Restelo” que nada fazem, nem permitem que outros o possam fazer.
Idanha-a-Velha tem uma divida de gratidão perante este albicastrense, que encontrou nesta terra, a sua residência.
Um abraço do amigo
Manuel Leitão
 
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