10 de novembro de 2009

 

Casqueiro 2009. O que ficou

Este post é quase feito a pedido. O Luís Cepeda do Castelo Velho, deve ser aquele senhor que já foi autarca de Idanha-a-Nova e inclusivé pretendente a Presidente na altura em que Joaquim Morão trocou a vila por voos mais altos, estranha o facto de eu não referir o evento do Casqueiro. Vou falar pouco, pois a celebração foi quase acontecimento nacional, e talvez por isso mesmo, eu pensar que qualquer coisa que eu pudesse dizer não vinha trazer nada de novo.
Para além de reconhecer que foi um evento importante e inovador em Idanha-a-Velha, perfiro falar do Casqueiro na sua fase posterior, ou seja, o que ficou do Casqueiro, quais as mais valias ou menos valias. Veio muita gente da terra que está em Lisboa, mas conforme veio, assim se foi, e nem todos tinham de ir trabalhar na segunda-feira. Foi pintado o forno comunitário (não sei porque se usou chamar de comunitário se sempre pertenceu ao "terra-tenente" da terra) reparado e espera-se normalizar o seu uso. Infelizmente não vai haver mais pessoas a cozer nele, pois quase toda a gente que coze pão em Idanha-a-Velha optou por ter forno próprio. Vi a GNR a condicionar o trânsito para o interior da aldeia, no dia seguinte já lá não estavam, e entretanto continua a ninguém ligar ao sinal de trânsito proibido para o interior de Idanha-a-velha, excepto a residentes.
As muralhas estiveram iluminadas. Aleluia, aleluia. Mas na segunda-feira a luz foi-se. Continuou a existir a lixeira que a todos nos envergonha a 50 metros da Sé. Mas não era esse pormenor que ia estragar a festa.
Mas enfim, foi um fim de semana mais movimentado. E muito mais barulhento, de que maneira.

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Comments:
Desloquei-me a Idanha-a-Velha no passado dia 10 Domingo e gostei do que vi, muita animação, musica, gastronomia e convivio,são iniciativas destas que despertam estas pequenas aldeias e que fazem com que estes habitantes não se sintam tão sós.
Mas tenho a fazer um reparo,esta situação já não é virgem as organizações destes eventos têm que fazer cumprir a programação e os horários das mesmas, depois acontece que o que aconteceu com o espectáculo do grupo de teatro que começou mais tarde o seu espectáculo do circo Romano onde os presentes eram as moscas, e este espectáculo de nivel nem na programação estava mas ao anunciarem-no no local deveriam de cumprir o horário, eu vi os autocarros das excursões a porem-se a milhas devido ao atraso injustificável, e o frio era de rachar!
tambem fiquei abismado ao encontrar o lagar de azeite fechado, os turistas bateram com o nariz na porta!
Contudo gostei da festa mas é preciso ter atenção para com as pessoas que nos visitam!
 
Mas a ideia é para repetir em 2010?
 
Como disse no meu comentário anterior, venho várias vezes ao seu Blog para saber novidades de Idanha-a-Velha e do concelho. Tinha visto no jornal “Reconquista” a notícia do evento e tentei saber mais através de alguém residente.
Fico lisonjeado na parte que me diz respeito, neste “post”.
Quero salientar, no entanto, a referência que faz e bem, em meu entender, às mais e menos valias destes eventos. Normalmente não estamos habituados a que se fale no “desmanchar da festa”.
Quem ganhou, o quê, e quanto.
Melhores cumprimentos
Luís Cepeda
 
Um abraço ao Luís Cepeda, idanhanse de gema qe já não vejo vai para alguns anos. O futuro é amanhã
P. Salvado
 
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