17 de julho de 2009
A Fonte do Arco (Idanha-a-Velha) no Aquilegio Medicinal


Como a imagem não está grande coisa, faço a citação actualizada da mesma:
XLVI
Fonte do Arco
Na vila de Idanha-a-Velha, comarca de Castelo Branco, está uma fonte chamada do Arco, cuja água é muito leve, e passa por minerais de ouro, que reformando-se a fonte, foi achado no lugar dela, ainda que em pequena quantidade. Será talvez boa esta água para os asmáticos, caquécticos e hidrópicos e para os que padecem queixas nefrálgicas que se o ouro larga alguma virtude, ou se a tem a terra das suas minas, poderá comunicar-se á água alguma volatilidade que aproveite nos ditos males.
Etiquetas: Aquilegio Medicinal, Fonte do Arco, Idanha-a-Velha
Comments:
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Em portugal temos um trilho de pegadas de dinosauro e houve muita gente que as queriam destruir para dar passagem a uma estrada , no Japão encontraram uma só pegada e construi-se á sua volta uma rede de hoteis , um complexo turistico e um parque temático tendo em pano de fundo a dita pegada......nós por cá com a a nossa cultura pró-corruptiva vamos fazendo estadios junto das pegados dos presidentes de qualquer coisa
Infelizmente ,é triste mas é verdadeira a opinião
do amigo João Luis.Quando será que o nosso património ganha a importância devida? Será que porque até temos muitas «pegadas»(maneira de falar) também aqui resolvemos ser perdulários?É possível...com tudo o que para aí vai...
do amigo João Luis.Quando será que o nosso património ganha a importância devida? Será que porque até temos muitas «pegadas»(maneira de falar) também aqui resolvemos ser perdulários?É possível...com tudo o que para aí vai...
Há duas dimensões em causa, o monumento em si e a qualidade medicinal da água. Os princípios sobre a qualidade medicinal da água alteram-se, à medida que o conhecimento científico avança. As águas de Rádio, no concelho do Sabugal, que até deram origem à construção de termas, consideradas como benéficas para a saúde, nos anos 20 do século passado, são hoje tidas como muito, muito maléficas. Já alguém se preocupou, nomeadamente a câmara, em mandar analisar as referidas águas.
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