13 de maio de 2009

 

Bibliografia sobre Idanha-a-Velha e seu "tesor"
























Villaronga Garriaga, Leandre - Tresor de Idanha-a-Velha (Castelo Branco, Portugal) de denaris romans, ibèrics i dracmes d'Arse, in Nvmisma, Madrid, Ano 30, Nº 165-167 (Jul.-Dez. 1980), p. 103-117.

Este tesouro está no Museu Britânico. Resta saber como lá foi "parar". Ontem como hoje sempre houve gentinha que se soube governar com as "moedinhas", e não só, da Idanha-a-Velha.

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Comments:
Grande achado bibliográfico.
 
Não teria sido um senhor que era guia turistico aí em Idanha-a-Velha ao tempo do D. Fernando de Almeida, para ganhar alguns “patacos”?
 
Caro, Nem imagino....
 
Como são três páginas, não pode fazer a digitalização e colocar no Blog?

Obrigado
 
Em 1974, ano descrito como o da descoberta(localização prefiro eu) do referido Tesouro ainda era D. Fernando D'Almeida que coordenava, superentendia, dirigia e assumia o trabalho científico em Idanha-a-Velha. O guarda, novamente referido, era suficientemente ignorante para localizar o achado e conhecer o seu valor, quanto mais chegar ao Museu Britânico. Essa operação comercial, na minha opinião, só poderia ser feita por algum investigador, arqueólogo ou não. Paz à alma do guarda citado.....
 
O guarda não era tão ignorante como este anónimo pensa. Sabia muito bem identificar os achados arqueológicos e o seu valor. Até porque foi ele o primeiro a identificar o poço-sisterna que tinha no interior de sua casa.
 
Não são só 3 páginas, são 14 ou 15
 
14 ou 15 páginas, qual é a diferença, quanto à digitalização, para além de ocupar mais tempo?
 
Como feitor, não é de surpreender que tenha chegado ao poço cisterna, estava na sua área de competência. Daí a chamar-lhe descoberta arqueológica vai uma certa diferença.
 
Vai ser a PJ a descobrir a marosca vergonhosa.
 
Joaquina Silva diz:Tenho pena que algumas pessoas falem sem terem conhecido aqueles que insultam e que já nem estão entre nós para se defenderem.Fui aluna de arqueologia e de epigrafia de um dos visados;conheci a honradez daquele a quem chamam «guarda»; com ele muito aprendi mesmo já depois de licenciada pois sendo de Idanha-a- Nova sempre voltava e volto à minha Egitânia que eles ,desde estudante me ensinaram amar.Por isso mão maculem as suas memórias a não ser que tenham provas para o fazer .Nesse caso apresentem-nas a quem de direito .Espero que as autoridades encontrem o fio a esta meada assim como desejo que um dia(seria bom que fosse próximo)o nosso concelho tivesse um museu onde pudesse expôr , dar vida e proteger as inúmeras «relíquias» do nosso passado que por aí andam perdidas entre particulares e museus portuguses e estrangeiros.Seria bom ,não só para a nossa história de egaeditanos, como também fixaria jovens e atrairia turistas.De todos precisamos...
 
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