26 de novembro de 2007

 

Coisites


Anónimo disse...
Hó Joaquim Baptista só tenho pena que o amigo não tenha estado presente como figurante neste programa, acredito que iria dar um belo templário a tentar conquistar não sei o quê! Mas afinal qual é a sua? será que este blog só serve para criticar e voltar a criticar, voçê começa a ser já tipo da critica, colado a tudo o que se faz somente para criticar, será que o programa não traz nada de bom à cidade de Castelo Branco?.

O amigo começa a ser um caso sério de critica severa, seja mais positivo e alegre-se com a vida que é tão curta e tem tanto para dar.

Novembro 24, 2007

A publicação do post dedicado ás virtualidades dos programas albicastrenses do Prof. José Hermano Saraiva provocou um conjunto de comentários e de informações assinalável. Realmente nunca pensamos que umas simples transcrições do prosa alheia e uma simples opinião fizessem despoletar não diremos uma bomba mas… Defensores do programa, delatores dos reais conhecimentos do Prof. Saraiva, ataques aos rotários de Castelo Branco, ameaças pessoais (tinha que ser é da falcatas a bordões…) e, até, apoios ao nosso (sem ironia) autarca modelo Joaquim Morão (não percebemos é o que aqui estão a fazer) houve de tudo e para todos os gostos. Pois bem a bem da verdade, da salutar critica, da decência intelectual e, principalmente, de carácter, não vão ser editados!

Contudo, de todos os recebidos resolvemos editar este de autoria de um amigo? (deve ser da tipologia de Peniche), um ilustre comentador “anónimo”. Tinha que ser mais um anónimo. Meu caro, está bem. Descanse. Não é preciso que camufle a intenção com … a escrita. Escreva lá como e o que quiser que não faz mal.

Começa o anónimo por lamentar que eu não tenha estado presente como figurante e que daria um belo templário. Obrigado pela intenção mas duvido que o tivesse sido. Mas houve figurantes? E logo templários? Não sabia. Lá está. Vejam como a moda dos templários iniciada pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova (há fotografias interessantíssimas do Presidente Álvaro Rocha e do Eng. Armindo Jacinto, entre outros transmutados na Idanha e em Penha Garcia em templários e em homens medievais publicadas na impressa) nos últimos anos, pegou. Pois nós, não apreciamos o género.

Pergunta se o dito programa não trouxe nada de bom à cidade. Sim, sim muito. Imagino que à pala do programa do Prof. Saraiva os hotéis e as casas da minha cidade esgotaram com multidões a virem até cá para passearem nas obras do Polis, para estudarem na academia de ensino especializado da região, para lerem avidamente tudo o que há na nova biblioteca municipal, para comprarem uns queijos. Um mimo. Um mimo. Vê meu caro: à cidade trouxe tudo isto à história local não trouxe nada! Mas isto são opiniões. Apenas ou não. E o comentário do anónimo foi alguma encomenda? É para apresentar “trabalho” salivante? No post expressávamos só a nossa opinião: NÃO GOSTAMOS DO PROGRAMA. Há algum dado menos correcto no post? Não se citaram as fontes? Ou ficaram incomodados?

Terminando a coisa, lá tinha que vir a sentença e a bondade do conselho. Filosoficamente, interroga: « será que este blog só serve para criticar e voltar a criticar, voçê começa a ser já tipo da critica, colado a tudo o que se faz somente para criticar». Ui.

È por causa (destes e de outros anónimos e anónimas) que continuaremos (eu e mais uns quantos e quantas cada vez mais graças aos homens) a analisar, a interrogar e a criticar para mudar este reino cadaveroso mental.

Vem na Única da semana passada uma entrevista com Vasco Pulido Valente a dado passo lemos:

«As pessoas em Portugal gozam de total impunidade. Escrevem um livro (ou fazem qualquer coisinha) e se alguém vem dizer que o livro é mau, tentam intimidar. Disseste mal de mim? Então és bêbado! Ou mais sofisticado: és invejoso. Não percebe que se discute o livro e não quem o escreveu». E ao comentário “sentem as criticas como ataques pessoais” respondeu este Professor:

«Podem sentir o que quiserem. Não estou interessado nos sentimentos de pessoas que não conheço».

É ele, e nós.

PS- Só para memória futuro raparem neste mimo de comentário ‘anónimo’ a propósito das Comemorações do bicentenário do nascimento do Conselheiro José Silvestre Ribeiro aqui editado a 30 do 10 e que dizíamos que «Em boa hora esta homenagem e este filho ilustre da terra, porventura o mais conhecido, e fazemos votos para que as lições do passado não sejam esquecidas».

RESPOSTA- PEDIDO DO ANÓNIMO:

Realizem mas é as comemorações dos quase 20 anos que o Joaquim Mourão deu á vila de Idanha-a-Nova este sim fez muito pela sua terra, transformou-a de cima a baixo e deu-lhe o titulo de vila exemplar.

Palavras para quê? Está lá tudo. É verdade caro anónimo. Os Templários não eram senhores feudais como saberá.

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Comments:
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Caro Joaquim Baptista

No âmbito de um trabalho académico sobre D. Fernando de Almeida necessitava saber algumas informações sobre as escavações deste arqueólogo na Egitânia, nomeadamente locais escavados, bibliografia e eventualmente, se fosse possivel algumas fotografias das escavações. Ficar-lhe-ia muito agradecida se me pudesse ajudar com algumas informações. O meu contacto de e-mail é
manuelaspereira(arroba)gmail(ponto) com.

Um pequeno àparte

Há muitos anos o Prof. José Hermano Saraiva fez um programa sobre Montemor-o-Novo. Entre várias pérolas lembro-me particularmente de uma.

No interior da Igreja de S. Tiago, no Castelo, existe um grande silo escavado na rocha, igual a tantos outros milhares de silos espalhados pelo país. O comentário do professor acerca deste silo foi mais ou menos isto:
"Aqui podemos ver um buraco feito pelos arqueólogos à procura de níveis pré-históricos que afinal não exitiam"
Sem comentários!!!
 
É assim mesmo.
Não te deixes intimidar ...
Não no devemos calar, nem deixar de pensar !!
(Há muita gente que se incomoda com a capacidade de os outros pensarem)
O anónimo se reparasse bem, existe, neste blog, coisas muito positivas.
 
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