Como em todas as terras, também em Idanha-a-Velha existem ou existiram alcunhos, geralmente alargados a todos os membros de uma família. Vamos expôr alguns, certos contudo que a metade deles são de pessoas de fora (Alcafozes, Monsanto, Pedrógão de S. Pedro e Segura) que vieram a Idanha-a-Velha constituir família. Estou certo que muitos faltaram, mas é uma primeira tentativa de levantamento: Tafona, Perús, Prior, Inocêncio, Senouco, Chora, Pechicha, Pataco, Espanhol, Varão, General, Palmeiro, Saia Linda, Muleta Negra, 400, 31, Tropa, Drácula, etc
Tambem a tempos comecei a colecionar algumas "alcunhas" da minha regiao. Sabe por aqui para alem destas, existem os "apodos" que sao comuns aos habitantes de uma localidade, eu por exemplo sou "Lobo"!
ResponderEliminarAinda um dia escreverei acerca disto.
Um abraco d'Algodres.
Caro Joaquim
ResponderEliminarAtendendo à importância estruturante das alcunhas nos meios rurais, valeria a pena fazer um levantamento de todas as aldeias do concelho, daria um tratado interessante. Aliás, em alguns casos, como nas monografias locais, parte desse trabalho já está feito. Pois, a alcunha é, sem margem para dúvidas, uma instituição socio-cultural.
Excelente tema para um post, amigo Joaquim. Está de parabéns. Também por aqui existem alguns bastante interessantes, e giros: bombos,franjolas, pintarocos, galhamardos, vai na poça, biças, raposos, zélhão, etc...
ResponderEliminarAdorei visitar Idanha-a-Velha e o castelo do Rei Wamba.
ResponderEliminarJá que é um interessado por Idanha, na altura lembro-me de ter ficado chocado de não serem adoptadas medidas mais duras e eficazes para impedir que os turistas tirem fotografias com flash na Igreja de Idanha-a-Velha, que estraga cada vez mais os frescos.