19 de dezembro de 2011
O pseudo-Zé Beira
Um tal José Beira que não conheço de parte nenhuma resolveu descarregar o seu ódio por mim no Facebook do Museu Arqueológico do Fundão, só porque dei a minha opinião sobre um livro de um conhecido meu. Não sei se esse tal Zé esperto existe. Duvido. Deve ser mais um heterónimo daqueles génios psicopatas que abundam na net, escondidos no anonimato e cobardes quanto baste. O autor do livro é o Dr. Vítor Pereira Neves que conheço e falo desde 1966-67, quando o meu falecido pai o coadjugava como veterinário de Castelo Branco. Igualmente a sua esposa foi uma das minhas melhores professoras no Liceu de Castelo Branco em 1975. É um grande defensor do património da Beira Baixa e da Beira Alta.«A Antiga Vila de Sortelha, Aldeia-Museu de Portugal» foi o título do livro de sua autoria que mais gostei. É também poeta e escritor de nomeada. O livro As Aldeias Históricas de Monsanto, Idanha-a-Velha e Castelo Novo, Lisboa, 1996,que agora se encontra à venda no Museu do Fundão, nunca foi obra da minha preferência. E o Dr. Neves sabe disso. Em Idanha-a-Velha, terra onde eu vivo há mais de vinte cinco anos, veio cá várias vezes vender o seu livro aos turistas e a curiosos. Falámos e chamei-lhe a atenção para uma série de inverdades históricas que não há razão nenhuma para continuarem a ser referenciadas. Ficou de ver isso numa nova edição.
Quando no Facebook disse que este livro vale o que vale o que é muito pouco. Estava-me a referir a alguns dos seus aspectos históricos e arqueológicos. Não ao seu autor.
Pois o tal José da Beira respondeu ao meu comentário. Trata-me por tu e dá-me lições de moral, carregado de ódio e a transpirar fel. Vejo que também concorda com o meu juízo bibliográfico mas depois compara-me a um livro. Deve ser demente, pois falei de livros e não de pessoas. Pois, tens razão ó Joaquim... Mas sempre é melhor do que tu, pseudo-arqueólogo, pseudo-historiador, pseudo-pessoa. Baptista! Que nojo! és mesmo uma desgraça. Vai aprender a escrever, a pensar, a ser alguma coisa que não um inútil.. Foi o que ele disse, acrescentando quando os meus amigos do Museu me quiseram defender chamando-lhe atenção para o despropósito., mas este tipo enoja-me.
Pois se lhe meto nojo o que é que quer que lhe faça? Como sou cristão e estamos no Natal apenas isto que li num sítio: «Vive intensamente cada momento de tua vida. Esquece-te de teus inimigos. Por serem invejosos são contra ti. Não conseguem ombrear-se contigo. Tu és Luz. Eles, trevas. Eu não tenho inimigos... Apenas concorrentes invejosos que gostariam de ser como eu sou e fazer o que eu faço... Por isso me hostilizam tanto e tentam distorcer minha imagem, fazendo dela o que certamente não condiz com o real... Eu apenas lamento...? Lamento que seja assim e que viva no ódio e lhe pese a consciência. E sabe o que vou fazer, dedicarei a si todas as inverdades históricas do livro do bom do Dr. Neves que farei editar no site do Museu do Fundão. Talvez assim aprenda a não ter nojo da verdade arqueológica. Eu sou o Joaquim Baptista, funcionário público, com curriculum em arqueologia, museologia e história e o Sr. PSEUDO Zé o que anda fazendo? A ler o tal livro não deve ser.
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