30 de março de 2010

 

Viver 15

Saíu o número 15 da revista Viver da ADRACES, nesta ocasião com o tema das tradições pascais. Assiste-se nesta ocasião a uma revista de melhor qualidade em relação à anterior, mas pouco aberta ao exterior. Os suspeitos do costume continuam... às vezes bem, outras nem tanto

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26 de janeiro de 2010

 

Mais um número da revista VIVER


























Saiu mais um número da revista VIVER. Está tudo dito.

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8 de maio de 2009

 

Revista Viver 12

Saiu mais uma revista Viver, publicação trimestral da ADRACES. Esta edição rompe um pouco com as anteriores, para pior. Nota-se mais o quão é uma "feira de vaidades". Ouvir falar de ética e de crise a algumas personagens que por lá desfilam só dá vontade de rir. Sempre tiveram a barriga cheia. Passagem discreta e apreciada do nosso mui Amigo Domingos Santos que para além de se saber colocar nos sítios é um PORTISTA "cá dos nossos".
Para ser muito sincero, gostei mais dos primeiros números da revista. Acho que com o novo editor a publicação se está a intelectualizar, quebrando assim o princípio para que foi criada.
Espero que a próxima edição já me "diga" mais alguma coisa.

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27 de março de 2007

 

CONCURSO DE POESIA POPULAR




Publicitamos um concurso de poesia popular lançado pela ADRACES.

Podem concorrer poetas ou versejadores que sejam oriundos da área da Beira Interior Sul que corresponde aos concelhos de Idanha-a-Nova, Penamacor, Castelo Branco e Vila Velha de Ródão. Oxalá que haja muitos participantes nesta iniciativa de promoção de um dos estratos mais curioso da nossa cultura tradicional. Basta ir aos vários volumes da Etnografia da Beira do saudoso Jaime Lopes Dias para verificarmos a importância destas formas poéticas na construção de identidade local. António Aleixo é apresentado e sempre evocado como o expoente máximo quando se fala de poesia popular. È pena e que não continue a ser lido…

Mas a ligação da Idanha à Poesia popular teve outros cultores e suportes para além das recolhas de Jaime Lopes Dias. Na década de 90 publicava-se em Penha Garcia uma revistinha chamada “Poetas de Todos os Tempos”. A edição era de Maria Luiz Morais, ferrenha defensora dos valores desta terra alcandorada às cristas de quartzito pejadas de fósseis dos inícios dos tempos. Reproduzimos a capa do nº2, que teve colaborações de António Cigano, de José Esteves Roseiro, de Manuel Robalo, de Maria Mendes Neves Farinha, de J. Miguel, de A. Garibaldi, de Idalina Costa, de Domingos Campos e Francisco Batista Ferreira. A Revista vivia de doações e de ofertas. Da lista publicada no fim do número realce-se a contribuição de Manuel Rui Nabeiro (Café Delta) 7.500$00 que, na altura, era dinheiro.

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